JUVENIS-LIÇÃO 12

segunda-feira, 20 de junho de 2011

 

 

Rev.Lições Juvenis Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Os perigos do relativismo moral

Lição 12 - Disciplina, precisamos dela?

Prezado professor, lição dessa semana...

Texto bíblico: Provérbios 3.1-12
Prezado professor, lição dessa semana desenvolverá um tema muito importante para a Igreja de Cristo: a disciplina. Após esta aula o seu aluno deverá:
• Conscientizar-se de que precisamos de disciplina se queremos viver de modo a agradar a Deus.
• Compreender que Deus disciplina e corrige aqueles que Ele ama.
• Agradecer a Deus pelo seu amor em nos corrigir. 
Desenvolva a lição 12 deste trimestre buscando alcançar os três objetivos propostos acima.
A primeira parte da lição expõe o conceito de “disciplina”. Uma palavra que denota o alvo da disciplina é o ENSINO. Para obtê-lo é preciso desenvolver hábitos rigorosos com o objetivo de apreender o que está sendo ensinado. A este processo educativo, da criação de novos hábitos, denominamos DISCIPLINA.
Na obra “Disciplina do Homem Cristão”, editada pela CPAD, o autor Kentes Hughes descreve exemplos de disciplinas que fizeram de um homem um gênio da oratória. Ele narra:

Em nossa época, Winston Churchil foi proclamado, com justiça, o orador do século, e poucos dos que ouviram seus eloquentes discursos discordariam. Menos, ainda, suspeitariam que ele pudesse ser qualquer outra coisa, menos “natural”. A verdade é que Churchill tinha um defeito de dicção no ss que o tornava alvo de muitas anedotas e resultava em sua falta de habilidade para ser espontâneo, ao falar em público. Ainda assim, ele ficou famoso por seus discursos e observações oportunas de improviso.
Na realidade, Chuchill escrevia tudo e exercitava! Ele coreografava até as pausas [...]. As margens de seus manuscritos levavam anotações, antecipando os “aplausos”, “silêncio”, “aplausos prolongados” e até a “ovação de pé”. Feito isto, ele ensaiava infinitamente diante do espelho, moldando suas respostas mordazes e expressão facial. F.E.Smith dizia: “Winston passou os melhores anos de sua vida escrevendo improvisos”. Um orador natural? Talvez. Um homem com um duro trabalho naturalmente disciplinado! [grifo nosso]
E assim acontece com qualquer área da vida1.

Prezado professor, conclua essa primeira parte da lição dizendo que não surgem gênios sem disciplina. A disciplina levada a sério forja a genialidade. Diga aos alunos que o principal papel da disciplina é pedagógico. Ele tem o objetivo de educar, ou reeducar, a pessoa para alcançar o alvo almejado.
Se o contexto da disciplina envolver pecado, o objetivo não é outro, se não, auxiliar o pecador a ser reconduzido à comunhão dos santos a fim de que sua alma seja completamente sarada e ele volte a sentir a alegria da salvação. Assim, a pessoa estabelece o propósito de não mais pecar!


______________________________________________
1 HUGHES, R. Kent. DISCIPLINAS DO HOMEM CRISTÃO. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 05.

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JUVENIS-LIÇÃO 11

domingo, 12 de junho de 2011

 

 

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Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Os perigos do relativismo moral

Lição 11 - Família melhor com ela

Deus criou o universo com toda a sua estrutura e...

Texto bíblico: Gênesis 2.4-25

PROJETO E PROPÓSITO DA FAMÍLIA EM DEUS

Deus criou o universo com toda a sua estrutura e criou o planeta Terra – o único que possui vida – com seus mares, plantas e animais. Por último, o Senhor criou o homem, um ser racional, com capacidades infinitamente superiores aos demais seres vivos, para governar o mundo.
Diz a Bíblia Sagrada: “Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher e os abençoou, dizendo: Tenham muitos e muitos filhos; espalhem-se por toda a terra e a dominem” (Gn 1.27,28a). Deus criou um homem e uma mulher, ou seja, sexos diferentes, para que a família levasse adiante seu projeto divino de povoar o planeta e assim perpetuar a humanidade. O Senhor estabeleceu este princípio e, apesar da complexidade da vida, ela ocorre de maneira tão simples e espontânea que até achamos estranho um casal sem filhos.
Além de garantir a preservação da humanidade, a família traz equilíbrio à sociedade como um todo. Isso porque a estrutura familiar, devidamente composta por pai, mãe e filhos independentemente da fé, tem, em si, a benção de Deus, já que essa foi prometida pelo Senhor, primeiro na criação (“Depois o Senhor disse: Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.”
“É por isso que o homem deixa o seu e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa” (Gn 2.18,24)); e depois através da promessa feita a Abraão (“[...] e em ti serão benditas todas as famílias da terra”; Gn 12.3b – Almeida Revista e Corrigida). Assim, a sociedade que preza pelos valores (bons costumes) familiares, tem a garantia da bênção de Deus e mais qualidade de vida, pois observa um princípio imutável estabelecido pelo Criador. A própria vida social como um todo (trabalho, educação, lazer, convivência), é melhor em uma sociedade que possui famílias estruturadas, pois sua forma de governo sempre beneficiará as pessoas e não o indivíduo.


Texto extraído de: Lições Bíblicas de Adolescentes: “Adolescentes Vencedores: Vivendo em Família”. Rio de Janeiro: CPAD.

 

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JUVENIS-LIÇÃO 10

 

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Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Os perigos do relativismo moral

Lição 10 - Assembleia de Deus uma jornada histórica

Decididos a atender ao chamado divino para...

ASSEMBLEIA DE DEUS: UMA JORNADA HISTÓRICA

A FUNDAÇÃO DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL


Por

Isael Araújo


Decididos a atender ao chamado divino para a obra missionária no Brasil, Vingren deixou em 12 de outubro de 1910, o pastorado da igreja em South Bend e Daniel Berg saiu do seu emprego numa quitanda em Chicago.
Após terem experiências marcantes em relação ao dinheiro que precisariam para viajar, embarcaram em Nova Iorque na terceira classe do navio Clement rumo ao Brasil. Na viagem de quatorze dias, a comida foi péssima. Mas, eles ficaram ali, deitados na terceira classe, orando durante todo o tempo. Certo dia, Daniel profetizou que o Senhor estava com eles, e verdadeiramente sentiram isso em seus corações.
Durante o período em que estavam no navio, oraram por um companheiro de viagem, e um dos passageiros aceitou Cristo como Salvador.
Chegaram a Belém do Pará em 19 de novembro de 1910. Em Belém, moraram no porão da Igreja Batista. Nos cultos e reuniões de oração da igreja, Vingren e Berg, quando começaram a falar o idioma português, pregavam a respeito do batismo com o Espírito Santo. O objetivo deles era pregar o evangelho de poder aos seus ouvintes. Eles não vieram ao Brasil para fundar uma igreja.
Celina Martins Albuquerque, membro da Igreja Batista, creu na mensagem pentecostal pregada pelos jovens missionários e recebeu o batismo com o Espírito Santo quando orava de madrugada em sua casa, do dia 2 de junho de 1911, juntamente com outra irmã da sua igreja, Maria de Nazaré.
O batismo com o Espírito Santo da irmã Celina Albuquerque, e também, da irmã Maria de Nazaré, que ocorreu na noite do dia 2 de junho, fez surgir uma discussão na Igreja Batista de Belém, que culminou na expulsão de 13 membros, no dia 13 de junho de 1911. No dia 18 do mesmo mês e ano, domingo, com 18 pessoas presentes mais Vingren e Berg, nasceu, na casa de Celina Albuquerque, a Missão de Fé Apostólica, que, em 11 de janeiro de 1918, foi registrada oficialmente como Sociedade Evangélica Assembleia de Deus.

 

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JUVENIS-LIÇÃO 9

segunda-feira, 30 de maio de 2011

 

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 9 - A política de cada dia

Através da Palavra de Deus podemos ver que Ele levantou vários líderes para conduzir seu povo...

Texto Bíblico: Êxodo 18.13-27


O Crente, como Sal da Terra e Luz do mundo, deve fazer parte dos vários segmentos da nossa sociedade. Não dá para viver em sociedade e não envolver-se ou estar atento às questões políticas. O mundo pós-moderno está sob a influência de Satanás, o deus do presente século (2 Co 4.4). Por isso, mais do que nunca, precisamos de homens crentes compromissos com a ética e desejosos de fazer política e não politicagem.

Através da Palavra de Deus podemos ver que Ele levantou vários líderes para conduzir seu povo. Moisés foi um desses. Ele estava sob a liderança de Deus. Foi indicado para um cargo de liderança pelo Todo-Poderoso, mas sem compra de votos, sem favores, sem pensar em seu próprio status. O interesse de Moisés era o bem-estar do povo. Quando Moisés foi levantado como líder, a voz que se ouvia era a de Faraó, a voz da tirania, ele era quase um deus. Moisés veio para quebrar esse julgo e trazer libertação para o seu povo. A Igreja precisa ter sua representatividade na vida pública, porém o que nos preocupa é quem nos representará como Moisés, José, Esdras, Neemias, etc.

 

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JUVENIS-LIÇÃO 8

segunda-feira, 23 de maio de 2011

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 8 - Como lidar com as riquezas

Um dos maiores perigos da riqueza é dar-lhe um valor tão alto onde nossa confiança e fé são depositadas nela...

Texto Bíblico: Mateus 6.19-25,31-34


Um dos maiores perigos da riqueza é dar-lhe um valor tão alto onde nossa confiança e fé são depositadas nela. Esperar da parte dela segurança e felicidade máxima. Confiar que ela garantirá o futuro. O que é mais importante para você buscar os bens materiais ou as riquezas eternas? Qual a sua confiança? Onde está seu coração? Devemos buscar mais o Reino de Deus e a sua justiça e todas as outras coisas serão acrescentadas.

O Senhor Jesus falou que podemos servir apenas um Senhor. Vivemos numa sociedade materialista, onde pessoas servem o dinheiro em detrimento de prestar adoração a Deus. E gasta toda a vida acumulando aquilo que não levará consigo. Não caia nessa armadilha: “porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males“ (1 Tm 6.10). Você pode dizer honestamente que Deus, e não o dinheiro, é o seu Senhor.

JUVENIS-LIÇÃO 7

domingo, 15 de maio de 2011

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 07 – Pureza total

Se só queres e buscas o agrado de Deus e o proveito do próximo, gozarás de liberdade interior...

Texto Bíblico: 1 Coríntios 13.13; 6.9,10
PUREZA E A SIMPLICIDADE DA INTENÇÃO

1. Com duas asas se levanta o homem acima das coisas terrenas: simplicidade e pureza.
A simplicidade há de estar na intenção e a pureza, no afeto.
A simplicidade procura Deus, a pureza o abraça e frui.
Em nenhuma boa obra acharás estorvo, se estiveres interiormente livre de todo afeto desordenado.
Se só queres e buscas o agrado de Deus e o proveito do próximo, gozarás de liberdade interior.
Se teu coração for reto, toda criatura te será um espelho de vida e um livro de santas doutrinas.
Não há criatura tão pequena e vil, que não represente a bondade de Deus.

2. Se fosses interiormente bom e puro, logo verias tudo sem dificuldade e compreenderias bem. 
O coração puro penetra o céu e o inferno.
Cada um julga segundo seu interior.
Se há alegria neste mundo, é o coração puro que a goza; se há, em alguma parte, tribulação e angústia, é a má consciência que as experimenta.
Como o ferro metido no fogo perde a ferrugem e se faz todo incandescente, assim o homem que se entrega inteiramente a Deus fica livre da tibieza e transforma-se em novo homem.

3. Quando o homem começa a entibiar, logo teme o menor trabalho e anseia as consolações exteriores.
Quando, porém, começa deveras a vencer-se e andar com ânimo no caminho de Deus, leves lhe parecem as coisas que antes achava onerosas. 


(Texto extraído da obra “Imitação de Cristo”, de Tomás de Kempis)

JUVENIS-LIÇÃO 5

domingo, 1 de maio de 2011

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 05 - Males deste tempo?

Onde o sofrimento humano teve sua origem? Já fazia...

Texto Bíblico: 1 Reis 19.1-21; Mateus 14.22-23

ORIGEM DA ENFERMIDADE
Onde o sofrimento humano teve sua origem? Já fazia parte do plano de Deus, ou foi resultado de alguma coisa que contradizia a intenção divina para com a criação? A Bíblia, no sentido global, ensina a segunda opção. Não se quer dizer com isto que Deus não antevia a possibilidade do sofrimento. Muito pelo contrário. A Bíblia expressa claramente que  Ele o levara em conta: Jesus Cristo é o Cordeiro “que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8). Deus não foi tomado de surpresa.

A questão que se nos apresenta, de máxima importância, é se foi o próprio Deus quem determinou que houvesse o sofrimento humano. A Bíblia deixa claro que não. O sofrimento humano é consequencia da queda de Adão, não da vontade de Deus. Deus condena a maldade humana. Adão, nosso representante no Jardim, trouxe a condenação a todos nós, ato que não surgiu da volição de Deus, mas da vontade do homem. O desejo de Deus é certamente abençoar a sua criação, e não prejudicá-la.


Texto extraído da obra: “
Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD.

JUVENIS-LIÇÃO 04

domingo, 24 de abril de 2011

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 04 - Vamos filosofar?

Professor, ser sábio neste presente século não é fácil...

Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.14-17


Prezado professor, a Paz do Senhor!

Os objetivos da lição desta semana são três:

Conscientizar de que o servo de Deus deve buscar sabedoria.
Reconhecer que a filosofia é útil neste tempo.
Aprender que a sabedoria é dádiva de Deus. Sem a sabedoria divina nos tornamos presas fáceis do Diabo.

Professor, ser sábio neste presente século não é fácil. Estamos vivendo a era do conhecimento. Quando Salomão era menino, seu pai, o rei Davi, o ensinou a buscar a sabedoria de Deus. Davi sabia que a instrução era o maior legado que poderia deixar para seu filho e futuro rei. Salomão aprendeu a lição.

Quando Deus o visitou ele escolheu ser revestido da sabedoria divina. Assim como ele, incentive seus alunos a visarem a sabedoria divina (Pv 4.7). Mas, para incentivá-los é preciso que você também leve a sério seus estudos, bíblico ou secular. Portanto, dedique-se a ler e estudar. E a acima de tudo, conte com Deus para receber a benção em seus estudos.

Nunca pare, sempre persista. Boa aula!

JUVENIS-LIÇÃO 03

segunda-feira, 18 de abril de 2011

 

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Os perigos do relativismo moral

Lição 03 - Questões difíceis!

Mesmo sem ser uma pessoa completa, o...

Texto Bíblico: Salmos 139.13-16

O EMBRIÃO, OU FETO, É UMA PESSOA
Mesmo sem ser uma pessoa completa, o embrião, ou feto, não é subumano; é uma pessoa em formação, em potencial. Da primeira à oitava semana (2 meses), completa-se a formação de todos os órgãos, apresentando, inclusive,  as impressões digitais. Aos três meses, no útero, o bebê já está formado, esperando crescer e sair à luz. Mesmo como ovo, ou feto, desde a concepção, cremos que o bebê não só tem vida, mas tem a alma e o espírito dentro dele.

Diz o profeta: “Peso da palavra do Senhor sobre Israel. Fala o Senhor, o que estendeu o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1). O homem, nesse texto, não é um ser humano adulto, mas um ser criado, com todas as características genéticas, sem dúvida. Assim, Deus não dá o espírito (e a alma) a um amontoado de células ou uma coisa, como entendem os materialistas, mas Ele o dá a um ser gerado, com potencialidades para nascer.

Uma pessoa não é só aquele indivíduo consciente, e capaz de sobreviver por si. Neste caso, como ficaria uma pessoa que precisa de aparelhos para suportar uma doença prolongada? Não seria uma pessoa? Claro que sim. Uma pessoa é um ser que não é irracional, como um animal, uma planta, uma pedra, etc. Os defensores do aborto alegam que a mulher tem o direito sobre seu corpo, e não tem obrigação de sustentar uma vida, que não é uma pessoa. É argumento falacioso, de quem não tem a visão ética do significado de um ser humano, desejado ou não.

 

Texto extraído da obra: “Ética Cristã: Confrontando As Questões Morais do Nosso Tempo”. Rio de Janeiro: CPAD.

JUVENIS-LIÇÃO 02

 

Rev.Lições Juvenis Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Os perigos do relativismo moral

Lição 02 - Ética é sempre bem-vinda

Caro professor da classe de Juvenis, a Paz do Senhor!...

Texto Bíblico: Mateus 5.17-21

Caro professor da classe de Juvenis, a Paz do Senhor! O tema da lição desta semana é “Ética é sempre bem-vinda”. Este assunto está baseado no texto de Mateus 5.17-21.  Certamente não vão faltar exemplos de pessoas, até mesmos líderes eclesiásticos, que vivem uma vida completamente antiética para esta lição. Por isso, estude algumas obras sobre ética (livros de filosofia, por exemplo) e ética cristã (como por exemplo “Ética Cristã” de Elinaldo Renovato; “Ética: As decisões Morais à luz da Bíblia” de Arthur F. Holmes; ambas publicadas pela CPAD). Feito isso, providencie recortes de jornais ou revistas que mostrem escândalos, corrupções e fraudes.

Professor, lembre que sua aula deve ser preparada antecipadamente, para que os seus alunos percebem consistência e preparo em suas ministrações. Ore a Deus para que o capacite e os corações dos alunos sejam tocados pelas aulas ministradas.

Boa aula!

JUVENIS-LIÇÃO 1

sábado, 2 de abril de 2011

 

Rev.Lições adolescentes Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
A vida de Cristo na harmonia dos evangelhos

Lição 01 - Um Pai amoroso

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor!...

Texto Bíblico: Lucas 1.26-35; 2.1-7

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor! Estamos aqui em mais uma oportunidade para trazer para você mais um auxílio didático para a primeira lição do novo trimestre que se inicia. A lição tem como título: “Um Pai amoroso.” 

O escritor D. A. Carson em seu livro “A difícil doutrina do amor de Deus” traz alguns pensamentos importantes acerca da essência de Deus que é o amor, e que os atos do Filho são todos os atos que o Pai faz. Fique atento ao texto que será lido a seguir e seja grandemente edificado!

“CAPÍTULO 2: Deus é amor”
1 Jo 4.8,16

O apóstolo do amor nos informa que o Pai ama o Filho, um amor manifestado pelo Pai ao mostrar ao Filho tudo o que faz (1 Jo 5.20a). Na verdade, o Pai mostrará ao Filho ‘maiores obras do que estas [o termo ‘estas’ referindo-se, supostamente, às coisas que Jesus havia feito].
Pois assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica ‘aqueles que quer’ (1 Jo 5.20b,21). Matar e fazer viver é uma prerrogativa exclusiva de Deus. No passado, o Senhor ocasionalmente usou agentes humanos na ressurreição de alguém (por exemplo, Elias). Jesus é diferente. Devido ao fato do Pai ter-lhe ‘mostrado’ isto, o Mestre ressuscita os mortos como bem quer, assim como o Pai faz.

(...) O povo de Deus não é mais escravo. Neste ponto da história da redenção, a plenitude da revelação de Deus chegou a nós no Filho que foi perfeitamente obediente, e que assim revelou a Deus perfeitamente. Não somos mais escravos (um marcador da história da redenção), mas amigos. E o que trouxe esta mudança é que na plenitude dos tempos Deus enviou se filho ao mundo, e o Filho obedeceu; que o Pai, amando seu Filho, determinou que todos deveriam honrar o Filho da mesma forma que honravam o Pai. E assim Pai e Filho, em perfeita harmonia de planos e visão, na época determinada pelo Pai, desempenharam os seus papéis: o Pai enviando, comissionando, ‘mostrando’, e o Filho vindo, ensinando e revelando o que  havia sido ‘mostrado’. E, com toda a obediência, indo para a cruz. E, nós, os herdeiros da Nova Aliança, somos imensamente privilegiados em sermos admitidos neste plano estupendo.

Somos os amigos de Deus.”     
Algumas reflexões sintéticas conclusivas
“Primeiro, às vezes tem sido argumentado que o rótulo ‘o Filho’ é corretamente ligado apenas ao Verbo encarnado, e não ao Verbo em sua glória pré-encarnada. Este ponto de vista tem, às vezes, buscado o apoio desta passagem. Parece haver progresso no tempo quando o Pai ‘mostra’ coisas para o ‘Filho’, ou seja, mostrando-lhe a ressurreição além de outros mistérios e isto certamente significa que tudo o que é ‘mostrado’ ao Filho está ligado ao estado encarnacional.

Entretanto: (1) A mesma passagem argumenta que o Filho faz tudo o que o Pai faz. Se este ‘tudo’ for completo, inclui a criação, que liga o seu Filho ao Verbo que é o agente de Deus na criação (João 1.2,3). Se este for o caso, além do Pai ‘mostrar’ ao Filho as coisas na eternidade passada (daí a participação do Filho na criação), o Pai também lhe ‘mostrou’ coisas, passo a passo, em seu estado encarnado. Isto serviu como uma indicação precisa para aquilo que Jesus, nos dias de sua carne, realmente fez, e na determinação do momento em que o faria.

JUVENIS-LIÇÃO 13

sábado, 26 de março de 2011

 

Rev.Juvenis-mestre-1-trim-2011 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Subsídios para as lições do 1º Trimestre de 2011
A História da Igreja

Lição 13 - As igrejas de hoje

Prezado professor, podemos classificar no Brasil o...

Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.12-20
Prezado professor, podemos classificar no Brasil o Movimento Pentecostal em três períodos:

O primeiro ocorre de 1910 a 1950, quando a Assembleia de Deus e a Congregação Cristã no Brasil eram as únicas igrejas de caráter pentecostal no país.

O segundo foi de 1950 a 1975, ele foi marcado pelas cruzadas de evangelismo e cura divina. A inspiração deste movimento no Brasil, veio dos EUA. Ali surgiram grandes nomes com ministério de cura divina. A partir de então nascem os seguintes movimentos:


•    A Cruzada Nacional de Evangelização em 1950, que depois tornou-se a “Igreja do Evangelho Quadrangular”;

•    A Igreja “O Brasil para Cristo”, fundada em 1955 pelo ex-assembleiano Manoel de Melo;

•    A “Igreja de Nova Vida”, fundada no Rio de Janeiro por um descendente dos pioneiros do Avivamento de Azusa;

•    A Igreja “Deus é Amor”, fundada pelo ex-assembleiano Davi Miranda;

•    A “Igreja Casa da Benção”.
O terceiro período ocorreu no final dos anos 70 e perdura até hoje. Este período também é denominado de neopentecostalismo. Seu início se deu com o advento da Igreja Universal do Reino de Deus, a Internacional da Graça de
Deus, Renascer em Cristo e outras.
Professor faça um esquema cronológico do surgimento de todas estas igrejas para que o seu aluno esteja devidamente informado dos fatos.

Tenha uma boa aula

JUVENIS-LIÇÃO 11

sábado, 12 de março de 2011

 

Rev.Juvenis-mestre-1-trim-2011 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Subsídios para as lições do 1º Trimestre de 2011
A História da Igreja

Lição 11 - O início do movimento pentecostal

O Movimento Pentecostal que eclodiu no Brasil no início do...

Texto Bíblico: Atos 2.1-4


O Movimento Pentecostal que eclodiu no Brasil no início do século XX, tem sua origem na experiência de Atos 2, ocorrida em pentecostes, quando o Espírito Santo manifestou o seu “dom” entre as pessoas oriundas de diversos lugares do Império Romano. Mas, parece que ao longo da História Eclesiástica, devido à perda do foco e a a proximidade de outros interesses, à revelia do Evangelho, o fogo pentecostal arrefeceu. 

No início do século XX a chama pentecostal volta acender nos corações de pessoas sedentas uma intimidade mais estreita com Deus.

Um professor de teologia pertencente à Igreja Metodista, chamado Charles Fox Parham, abriu um seminário em Kansas denominado de Escola Bíblica Betel. Frequentavam este seminário cerca de 40 estudantes. Na noite de 01 de Janeiro de 1901 houve um período de oração onde uma aluna, de 18 anos, pediu que todos os alunos, e o professor Parham, impusessem as mãos sobre ela pedindo o Batismo com o Espírito Santo. Esta aluna foi batizada com o Espírito Santo. E mais tarde os demais alunos também o receberam. Todos os alunos viajaram os Estados Unidos pregando a benção experimentada no seminário: o Batismo com o Espírito Santo. Este fato marca o reavivamento do Movimento Pentecostal no mundo.


Tenha uma boa aula.

JUVENIS-LIÇÃO 10

domingo, 6 de março de 2011

 

Rev.Juvenis-mestre-1-trim-2011 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

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A História da Igreja

Lição 10 - Os primeiros passos do evangelho no Brasil

Professor, comece a lição desta semana perguntando...

Texto Bíblico: 1 Pedro 3.14-17


Professor, comece a lição desta semana perguntando aos seus alunos se eles sabem quando ocorreu o primeiro culto evangélico no Brasil. Em 1555 chegava ao nosso país uma expedição vinda da França apoiada por João Calvino, um dos grandes reformadores protestantes. Exatamente no dia 10 de março de 1557 foi realizado o primeiro culto evangélico em terras brasileiras. Este culto simbolizaria, sete anos após o advento da reforma protestante na Europa, o início de um novo tempo no Brasil.
Por volta de 1630 a 1654 os holandeses estiveram em nosso país. Eles desenvolveram alguns empreendimentos de evangelização. Mais tarde chegam os anglicanos; depois, os congregacionais; em seguida, os presbiterianos; logo após, os batistas. Mas no início do século XX, eclode o movimento pentecostal no Pará, trazido para o Brasil pelos dois missionários suecos: Daniel Berg e Gunnar Vingren. O movimento pentecostal será o assunto da nossa próxima lição. 

JUVENIS-LIÇÃO 09

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Rev.Juvenis-mestre-1-trim-2011 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

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A História da Igreja

Lição 09 - Os grandes despertamentos

Charles G. Finney foi um dos principais...

Texto Bíblico: 1 Tessalonicenses 5.16-19

CHARLES FINNEY: UM ÍCONE DO GRANDE DESPERTAMENTO

Charles G. Finney foi um dos principais evangelistas da América do Norte. Nasceu em 1792, num lar sem qualquer influência evangélica. A princípio, tornou-se professor de escola primária e, mais tarde, aprendiz num escritório de advocacia no Estado de Nova Iorque. Enquanto estudava para prestar exames na faculdade de Direito, descobriu que a Bíblia era o alicerce das leis norte-americanas. [...] Com idade de vinte e nove anos, Finney rendeu sua vida a Cristo e abandonou seus planos de se tornar advogado para pregar o Evangelho.
Imediatamente, o reavivamento acompanhou a prédica de Finney. A oração era o principal ingrediente no sucesso de Finney. Tudo quanto fazia era precedido de oração.
Contudo, Finney também acreditava na reforma social, em que indivíduos convertidos fariam uma grande diferença na cultura como um todo. Quando as pessoas vêm para Cristo não simplesmente aquecer-se em sua salvação recém-encontrada. Elas precisam investir sua energia na transformação da cultura, fazendo cessar as coisas que violam os princípios bíblicos. Foi exatamente neste ponto que a segunda carreira de Finney teve uma influência impressionante. Ele envolveu-se fortemente nos movimentos antiescravagista, de direitos da mulher e de abstinência (de alcoolismo). Donald Dayton escreve:

O próprio Finney fez conversões fundamentais e nunca quis substituir o avivamento pela reforma, mas ele fez as reformas com um “complemento” ao avivamento. Por exemplo, ao discutir a questão do escravagismo, o evangelista desejava fazer da “abolição um complemento, exatamente como, em Rochester, fez a abstinência um complemento ao avivamento”. Com esta conexão, Finney preservou a centralidade dos avivamentos, ao mesmo tempo em que promovia as reformas e impelia seus convertidos a assumirem novas posições sobre questões sociais.

Texto extraído da obra: Deus e seu Povo. A História da Igreja como Reino de Deus”. Rio de Janeiro: CPAD. 

JUVENIS-LIÇÃO 08

domingo, 20 de fevereiro de 2011

 

Rev.Juvenis-mestre-1-trim-2011 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

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A História da Igreja

Lição 08 - O Avivamento wesleyano

Prezado professor, a Paz do Senhor! O Tema...

Texto Bíblico: Efésios 5.14-21


Prezado professor, a Paz do Senhor! O Tema da lição 8 é “O Avivamento Wesleyano”. Para introduzir a aula desta semana, faça uma recapitulação dos assuntos estudados até aqui. Enfatize as perseguições que a Igreja de Cristo sofreu nos primeiros séculos; a mundanização romana da Igreja; o movimento dos pré-reformadores; e a Reforma Protestante.
Explique aos alunos, que até o surgimento da Reforma o Evangelho de Cristo fora deturpado pela tradição da Igreja romana. Os fundamentos básicos da nossa fé – a Bíblia como única regra de fé e prática; salvação pela fé somente – eram completamente ignorados pela Igreja medieval.
Esses princípios básicos são reestabelecidos com o advento da Reforma Protestante. Agora, o avivamento da Igreja de Cristo seria uma questão de tempo.

Num ambiente de formalismo e frieza espiritual, a Inglaterra do século 18 experimentou um profundo avivamento espiritual através de alguns jovens pregadores, John Wesley, Gerge Whitefield e o músico Carlos Wesley.

Esse avivamento na Inglaterra abriu portas, pela graça de Deus, para vários avivamentos no mundo. Deus levantava homens e mulheres para impactar o mundo e, também, reformar socialmente a sociedade.

Todo país que passou por um avivamento autêntico teve as estruturas sociais profundamente influenciadas pelo Evangelho.

Uma boa aula!

JUVENIS-LIÇÃO 07

sábado, 12 de fevereiro de 2011

 

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A História da Igreja

Lição 07 - A Reforma Protestante

Prezado professor da classe de juvenis, a Paz do Senhor! A lição...

Texto Bíblico: Romanos 1.16,17
Prezado professor da classe de juvenis, a Paz do Senhor! A lição dessa semana tem por base o texto de Romanos 1.16,17 e tem por título: A Reforma Protestante.
Num tempo onde os valores fundamentais da fé cristã têm sido comprometidos pelas influências da teologia da prosperidade e do mercantilismo da fé: venda de bençãos, etc...; você, professor, tem uma excelente oportunidade de apresentar aos seus alunos os princípios, da Reforma Protestante, cujos objetivos são à manutenção da fidelidade aos princípios divinos das Escrituras:

1.  Só a fé. A nossa resposta a graça de Deus é a fé. A salvação por intermédio de Cristo, e apenas de Cristo, é somente através da Fé nEle.
2. Só a graça. Cristo vem a nós pela Graça de Deus. Apenas a Graça de Deus é suficiente para salvação.
3. Só Cristo. Cristo é suficiente para sermos salvos. Todas as pessoas têm acesso direto ao Pai por intermédio de Cristo, e somente de Cristo.
4. Só a Deus a glória. Deus é o único a quem se deve prestar adoração em toda a extensão de nossa vida.
5. Só as Escrituras. A Palavra de Deus é suficiente para conhecermos a Deus, sua vontade e o seu caráter.

Os cinco princípios fundamentais da Reforma apontam para uma verdade importante: A Igreja de Cristo deve sempre se auto-avaliar na presença de Deus. É a igreja reformada sempre se reformando no Senhor.
Prezado professor, desenvolva esses princípios com os alunos de sua classe, e incentive-os a cultivarem uma vida impregnada dos princípios eternos de Deus.
Tenha uma boa aula!

JUVENIS-LIÇÃO 6

sábado, 5 de fevereiro de 2011

 

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A História da Igreja

Lição 06 - Os Pré-Reformadores

Prezado professor, a obra “Deus E o Seu Povo” pode...

Texto Bíblico: Apocalipse 3.1-6


PEDRO VALDO, JOHN WYCLIFFE E JOHN HUSS:

OS PRÉ – REFORMADORES DA IGREJA
Prezado professor, a obra
“Deus E o Seu Povo” pode auxiliá-lo muito nesse trimestre. De acordo com o historiador eclesiástico James Garlow, Deus levantou três homens num contexto de corrupção e perversidade na Idade Média. São eles:

PEDRO VALDO – Nascido em Lyon (1150 – 1218), França, filho de um comerciante rico, Pedro Valdo tornou-se um homem de negócios bem sucedido. Porém, entre os anos de 1175 e 1176, Pedro Valdo vivenciou a transformação integral de sua vida através de seu encontro com Cristo. Apaixonado pela Escritura, ele instituiu dois sacerdotes (clérigos) para traduzir os principais trechos da Bíblia para o francês, a fim de que as pessoas pudessem lê-la e estuda-la.
Pedro Valdo, por amor a Cristo, doou toda a sua fortuna para os pobres e começou a viajar para pregar a Palavra de Deus. Depois de algum tempo alguns seguidores começaram a aglomerar-se em torno da pessoa de Pedro Valdo. Por isso formou-se um grupo denominado “Os Valdenses”. Eles viajavam pregando e ensinando a Palavra de Deus. Uma de suas ações mais corajosa foi denunciar a vida luxuosa que o clero católico levava, em detrimento da vida simples do povo, e sua mundanidade.

JOHN WYCLIFFE – Nascido entre 1325 e 1329, em Hipswell, na área de Yorkshire, Inglaterra. John Wycliffe foi considerado a pessoa mais influente na Inglaterra. A partir de 1340, graduou-se em três faculdades pela Universidade de Oxford. E concluiu seu doutorado em Teologia. A faculdade de Balliol, na Universidade de Oxford, foi o lugar aonde ele lecionou pela primeira vez.
John Wycliffe destacou-se pelas realizações de suas conferências onde ele atacava permanentemente a devassidão e a perversidade do clero. Naturalmente essas críticas ganharam a força e aprovação dos trabalhadores camponeses – cansados de enviar grande somas de dinheiro para sustentar o estilo de vida luxuoso do clero. 
John Wycliffe, ainda, se levantou contra a doutrina da Igreja Católica Romana e sua estrutura de governo. Ambas eram opostas frontalmente à Bíblia. Isso lhe rendeu alguns ataques e retaliações, mas através de John Wycliffe o caminho da Reforma Protestante estava ascendendo.

JOHN HUSS – Nasceu entre 1369 e 1374, Husinetz, ao sul da Boêmia. Sua morte foi documentada com todos os detalhes. Através desta, Jonh Huss é considerado o “João Batista” de Martinho Lutero. Enquanto ele era queimado na estaca, disse: “Hoje vocês queimam um ganso insignificante, mas daqui a cem anos ouvirão o canto de um cisne que não será queimado, e nenhuma artimanha ou armadilha o prenderá”. Muitos interpretam que o cisne se referia a Martinho Lutero, porque cem anos depois ele não foi queimado na estaca por dizer as mesmas coisas pelo que Huss fora condenado.  

Professor, pesquise sobre esses três personagens da história eclesiástica e diga aos seus alunos a importância de se ter reserva moral em meio a corrupção desse mundo. Destaque o exemplo dos servos de Deus do passado e incentive-os a lerem sobre a vida de grandes servos de Deus desse período difícil da Igreja de Cristo.


Boa aula e até a próxima!

JUVENIS-LIÇÃO 05

domingo, 30 de janeiro de 2011

 

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A História da Igreja

Lição 05 - A Paganização do Cristianismo

Comece a lição dessa semana definindo o termo PAGANISMO...

Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.1-5


Comece a lição dessa semana definindo o termo PAGANISMO. Diga ao seu aluno que o significado do referido termo remete a um “sistema religioso que desconhece a supremacia de Deus, aceitando como real a existência e interferência de outros deuses nos negócios humanos” conforme define o Pr. Claudionor de Andrade em seu
Dicionário Teológico editado pela CPAD.

Conforme vimos na lição passada, a Igreja Cristã foi vitoriosa na luta contra a perseguição romana e contras as heresias. Porém, parte dela se rendeu aos “encantos” do poder imperial romano. A Igreja, agora romanizada, passou a forçar a conversão das pessoas para uma religião estatal. Isso resultou no surgimento dos chamados crentes nominais. Estes eram pessoas que frequentavam a Igreja obrigadas, não importando ter uma fé genuína em Cristo Jesus. Era comum, por exemplo, uma pessoa crer servir um outro deus, e frequentar a Igreja romana ao mesmo tempo.

Através da romanização da Igreja Antiga, o prezado professor, pode imaginar as consequências graves à verdadeira Igreja de Cristo. A igreja romana confundiu totalmente o reino de Deus com o reino dos homens.
Conclua a lição dessa semana dizendo aos seus alunos que o Senhor Jesus Cristo ordenou-nos a sermos Sal e Luz do mundo. Portanto, nós os servos do Deus Altíssimo, devemos influenciar a nossa cultura testemunhando os verdadeiros valores de Cristo e não deixando que as influências dos valores pagãos nos corrompam.

Boa aula e Deus te abençoe!

JUVENIS-LIÇÃO 04

 

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A História da Igreja

Lição 04 - Defensores da Fé

No início da Igreja cristã, houve um tipo de pressão que...

Texto Bíblico: 2 Timóteo 4.1-5

Quem são os Apologetas?
No início da Igreja cristã, houve um tipo de pressão que atingiu frontalmente a Igreja Antiga: a perseguição intelectual.
Quando a Igreja Primitiva (neotestamentária) perdeu seus primeiros líderes, tornou-se alvo de violentos, e sucessivos, ataques intelectuais. A perseguição agora, não era mais realizada por generais ou soldados do império romano, conforme vimos na aula passada. Porém, a nova perseguição apresentava ataques na esfera intelectual. Eles eram oriundos da nobreza, dos filósofos, dos políticos e outros contemporâneos da cultura greco-romana.
Para responder a esses ataques Deus levanta homens com habilidades filosóficas para defender o Evangelho. Eles são classificados por historiares eclesiásticos de “Apologistas”.1
O historiador James L. Garlow, aborda como surgiu os “Apologistas” e o objetivo destes ao refutar as formulações caluniosas contra o Evangelho:

[...] Deus levantou defensores da fé, um grupo de escritores prolíficos que ficaram conhecidos como “Apologistas”. [...] Embora todos os cristãos devessem ter capacidade para defender a sua fé ou responder aqueles que a questionassem ou desafiassem, usamos o termo “apologistas” para designar um grupo de escritores cristãos (originalmente gregos) que escreveram importantes defesas da fé nos primeiros séculos da Igreja. Algumas vezes, eles escreveram para os imperadores. Em geral, seu objetivo era influenciar a opinião pública em relação a Jesus e abrir a mente das pessoas, para que estas considerassem a possibilidade de se tornarem cristãs.2

Os principais apologistas da Igreja Antiga são Justino Mártir, Aristides, Tertuliano e Origenes. Estes foram, dentre muitos, os homens levantados por Deus para formularem uma Apologética (defesa da fé) coerente, relevante e com objetivo bem estabelecido: tornar a fé cristã compreensível para uma sociedade inundada de contradições religiosas. 


Boa aula!


_________________________________
1Termo derivado de “Apologia” que significa defesa.
2GARLOW, James L.
Deus e seu Povo: A História da Igreja como Reino de Deus. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 25.