LIÇÃO MATERNAL 4TRIM/2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009



Lições Bíblicas : Detalhe do produto - cód. PA-035480


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Maternal Aluno - 4º trim/2009

4º Trimestre de 2009

Adequada para crianças de 3 e 4 anos, a revista Maternal a cada trimestre, por meio de belas ilustrações para pintar, permite que a criança se familiarize com as figuras que compõe o universo da Bíblia Sagrada.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados, utilizando a Nova Tradução na Linguagem de Hoje e um mascote, que acompanhará o estudo semanal da criançada.


SUMÁRIO:
1 - Eu amo o papai
2 - Eu amo a mamãe
3 - Eu amo a vovó
4 - Eu amo o vovô
5 - Eu amo meus irmãos
6 - Eu amo meus amigos
7 - Eu amo a minha igreja
8 - Eu gosto de ajudar
9 - Eu gosto de falar de Jesus
10 - Eu gosto de obedecer
11 - Eu sei perdoar
12 - Eu sei repartir
13 - Eu sei agradecer

Formato: 21 x 27,5cm / 32 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade: Trimestral

R$ 4,75

LIÇÃO PRÉ-ADOLESCENTES 4TRIM/2009


Lições Bíblicas : Detalhe do produto - cód. PA-035566


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Pré-Adolescentes Aluno - 4º trim/2009

4º Trimestre de 2009

Adequada para o pré-adolescente de 11 e 12 anos, a revista Pré-Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente formulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste trimeste será estudao o tema: Escolhas que agradam a Deus.

SUMÁRIO:
1 - Unidos venceremos
2 - A verdade sobre a verdade
3 - Perdão sem limites
4 - Ouça, aprenda e obedeça
5 - Não seja arrogante, seja temente
6 - Ajudando com alegria
7 - Escolha amar
8 - Quem confia, vence!
9 - Meu Super-Herói!
10 - Não desista!
11 - Bom é ser bom
12 - Jesus, o filho obediente
13 - Seja diferente:ajude

Formato: 13,5 x 21cm / 96 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade: Trimestral


R$ 5,20

LIÇÃO JUVENIS 4TRIM/2009





Lições Bíblicas : Detalhe do produto - cód. PA-035426-009


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Juvenis Aluno - 4º trim/2009

4º Trimetre de 2009

Preparada para revelar verdades espirituais e práticas ao adolescente de 15 a 17 anos, a revista Juvenis, a cada trimestre, se mostra uma útil ferramenta para que eles possam conhecer mais a Palavra de Deus e a si próprios.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste 4º trimestre será estudado o tema: O que a Bíblia fala sobre o futuro da Igreja

SUMÁRIO:
1 - Escatolo... O que?
2 - Sinais
3 - Rapto rápido
4 - O Dia da prestação de contas
5 - Convite de casamento
6 - Que tribulação hein!
7 - A Bela e a Fera
8 - A Vida é bela
9 - Armagedom
10 - Mil anos de paz
11 - Juízo Final
12 - Os últimos dias
13 - O melhor lugar para morar

Formato: 13,8 x 21cm / 64 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade: Trimestral

R$ 5,20

SUBSÍDIOS 1 JOÃO LIÇÃO 10



LIÇÃO 10
06 DE SETEMBRO DE 2009
OS FALSOS PORFETAS
INTRODUÇÃO
O Antigo Testamento e o Novo Testamento registram a importância dos profetas do Senhor, especificamente no Antigo Testamento onde eles exerceram esse ofício com tanta singularidade que era ao lado do Sacerdócio e Rei o mais importante.
Mas também houve entre o povo de Deus no Antigo Testamento os falsos profetas, como também há entre nós os falsos doutores/mestres que se infiltram no seio da igreja astuciosamente com seus ensinamentos nocivos ao povo de Deus. São impostores procurando desarraigar e desviar o santo rebanho para longe da verdade e do Sumo Pastor, suscitando dúvidas e desordem de todo tipo.
Certamente, esses obreiros do pecado receberão do Senhor o justo juízo, o galardão da injustiça, e perecerão na sua própria corrupção.
I – PROFETA E PROFECIA
Profeta é aquele que,movido pelo poder do Espírito Santo, transmite mensagens inspiradas do Senhor.
Há muita confusão a respeito do dom de profecia e do ministério profético; aquele é uma graça extensiva a todos os membros na congregação que possuem o dom de profetizar. Isto está claro nas Escrituras: “... todos, uns após outros, podeis profetizar”, 1 Co 14.31. E para não haver confusão, Paulo disse: “falem dois ou três profetas, e os outros julguem”, 1 Co 14.29.
E, quanto ao Ministério profético, se refere somente ao ministério, At 15.32; 21.10.
Muitos acham que o ministério de profeta equivale ao de pregador; porém, há uma grande diferença. É certo que um pregador pode profetizar dentro duma pregação, mas nem sempre a pregação é mensagem profética.
O pregador fala a mensagem iluminada segundo a graça divina de acordo com a palavra de Deus, conforme se vê em Atos 6.6-10; 2.14-36;
A profecia, porém, é uma mensagem direta da parte de Deus; o profeta transmite a mensagem de poder, controlado pelo Espírito Santo, 1Co 14.6.
O Senhor Jesus Cristo é o fundamento da igreja, conforme a doutrina básica dos apóstolos e profetas. A gloriosa pedra angular, como está escrito: “Edificarei sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a pedra principal da esquina”, Ef.2.20.
O ministério profético do Novo Testamento é inteiramente diferente do Antigo Testamento. No Antigo a palavra vinha a eles, no Novo a palavra é anunciada inspiradamente pelo poder do Espírito Santo.
Os profetas, como pessoas, não são infalíveis. Portanto, todas suas mensagens estão sujeitas a julgamento pela palavra de Deus, 1 Co 14. 29; 1Ts 5.20,21;Jr 23.28-30.
O ministério profético foi como esteio na igreja primitiva, Ef.2.20. Contudo os dons proféticos não foram reconhecidos como regra para orientar a igreja, vide Atos 21.10-14;1 Co 14.3,29.Quem guiava era a palavra de Deus, a única regra para orientar e guiar a igreja, At 6.1-4.
Quanto às revelações ou profecias, estão sujeitas à pedra de toque – A bíblia.

II -AS EPISTOLAS 2 PEDRO E JUDAS

Existem tantas semelhança entre 2 Pedro e Judas que muitos comentaristas sugeriram uma dependência oral ou lietrária.Certamente, cada autor está profundamente preocupado a respeito do perigo dos falsos mestres para a igreja. E a linguagem que eles utilizam para descrever e denunciar os falsos mestres é quase idêntica.
Esses dois homens, ambos líderes reconhecidos, se sentiram obrigados a tratar do perigo da contaminação da verdade por homens que se disfarçavam de mestres cristãos visando alcançar os seus próprios objetivos egoístas.
Pedro, fala de muitos outros assuntos, mas dedica especialmente 22 versículos contra os falsos mestres e seus ensinamentos.
O apóstolo Judas, começa a falar sobre a salvação, quando é abruptamente interrompida para falar sobre a defesa da fé contra os falsos mestres.
Examinando essas cartas podemos frisar alguns pontos:
• Infiltração (2 Pe 2.1; Jd 4,12). Os falsos mestres ganham penetração fingindo ser crentes. Judas diz que eles “se introduziram com dissimulação” (v.4,ARA).Ironicamente, a sua agenda não é clara, pois eles hipocritamente participam da adoração na igreja. Somente quando eles são aceitos e já obtiveram alguma influência sobre a congregação é que a sua verdadeira natureza e os seus verdadeiros motivos são revelados.
• Eles praticam e ensinam imoralidade (2 Pe 2.3, 10,14,18-19;Jd 4,7). Uma das características dos falsos mestres que é mencionada repetidas vezes é o seu modo de vida imoral. Eles justificam o seu comportamento com base na graça. O argumento é que uma vez que o cristão foi libertado da Lei, ele está livre para fazer o que desejar. Judas diz isto é “converter”,transformar,tornar, em outra coisa; aqui com a clara conotação de “corromper” a graça de Deus em alguma coisa que ela não é – permissão para o pecado.É importante observar que uma boa parte da atração destes falsos mestres está no fato de que os seus ensinamentos parecem validar o comportamento imoral deles.
• Os seus ensinos nega a Cristo o Seu lugar como Senhor soberano e Salvador (2Pe 2.1;Jd 4).As epístolas de João desenvolvem também a natureza desta negação. É basicamente a rejeição dos ensinos das Escrituras de que Cristo é o Deus eterno, que veio em carne (1Jo 2.22-23,4.2-3).
• Os falsos mestres são motivados pelo egoísmo e pela avareza e não pelo desejo de servir (2Pe 2.3;14-15;Jd 15-16). O termo “avareza” pode ser usado a respeito de luxúria sexual, mas neste caso é mais provavelmente uma referência a finanças. Os falsos mestres exploram as pessoas que enganam para seu próprio ganho pessoal. A imagem de Judas é explícita; estes são pastores que apascentam “ a si mesmos” (12). Que contraste com os verdadeiros pastores descritos em 1 Pedro 5, que servem “não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade” (5.2,RA).
• Os falsos mestre rejeitam a autoridade (2 Pe 2.10;Jd 8-10). A autoridade que os falsos mestres rejeitam não é dos apóstolos, mas a do próprio Deus.
• Os falsos mestres reagem como animais irracionais (2Pe 2.12;Jd 10).
• Os falsos mestres são dominados por desejos pecaminosos (2 Pe 2.10,14-15,18;Jd 16,18).
• Os falsos mestres e seus ensinos são vazios,inúteis e sem nenhum valor (2Pe 2.17-19;Jd 12-13).Uma série de vívidas analogias retrata o homem vazio e os seus ensinos vazios. Nuvens sem chuva e fonte sem água são incapazes de promover o crescimento da natureza. Árvores desarraigadas no outono são mortas e infrutíferas. As ondas do mar e as estrelas errantes não têm propósito nem valor.Mas os falsos ensinos não são apenas desprovidos de valor. Eles são destrutivos, pois prometem liberdade enquanto, na verdade, acrescentam elos às correntes que tornam os seres humanos perdidos escravos do pecado.
• O destino dos falsos mestres e seus seguidores é certo: eles enfrentam o julgamento de Deus como retribuição dos seus erros (2 Pe 2.1,3,13;Jd 5-7,14-16).Este tema ecoa repetidas vezes através destes breves avisos. O apelo dos falsos mestres pode ser momentaneamente atraente, mas cada passo dado no caminho indicado pelos falsos mestres é um passo em direção ao julgamento.
Judas e Pedro expressam uma preocupação profunda de que os crentes não se extraviem por causa dos falsos mestres. Tragicamente, existem falsos mestres na igreja de hoje – e freqüentemente em posições elevadas. O nosso papel, bem como o das nossas instituições, é estar alerta.


CONCLUSÃO
Os falsos profetas estão hoje infiltrados por toda parte, procurando desviar os crentes incautos, da verdade. Embora declarem-se líderes espirituais, sua real preocupação é com as coisas materiais; seu único desejo é satisfazer os apetites da carne.Devemos saber identificá-los e refutar seus nefatos ensinos, divorciados da palavra de Deus.Para isto é mister que estejamos em perfeita comunhão com o Todo-Poderoso, caso contrário, seremos confundidos e enganado com seus erros.







BIBLIOGRAFIAS USADAS
-Lawrence O. Richards - Cometário Histórico-Cultural do Novo Testamento, CPAD
-João de Oliveria, Sê tu uma Bênção, CPAD.

SUBSIDIO 1 JOAO LIÇÃO 9 ST.ED.CRISTÃ CPAD

sábado, 29 de agosto de 2009


Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã

Subsídios extras para a lição I João - Os Fundamentos da fé e a perfeita comunhão com o Pai
3º trimestre/2009


Lição 09 - O crente e as bênçãos da salvação



Leitura Bíblica em Classe
1 João 3.6-10



Muitas coisas acontecem na vida do homem que recebe a Jesus como seu Salvador. Ele é salvo dos seus pecados, a salvação o livra da culpa e do poder do pecado. O crente fiel é salvo do juízo, da ira de Deus e da morte eterna. Ele entra em comunhão com Deus, recebe entrada na sua graça e torna-se cidadão do céu. Por ser salvo, ele tem no coração um lugar para o Espírito Santo agir em sua vida. A salvação dá ao homem uma viva esperança e direito a glória eterna e assim é salvo da ira de Deus.

I - A posição do crente diante do pecado

Mantendo-se regularmente distante do mal, o crente guarda a sua alma. A Bíblia diz repetidamente: “O que guarda a sua alma, retira-se para longe dele [do caminho perverso]” (Pv 22.5); “Não te aproximes da porta da sua casa [do pecado]” (Pv 5.8) se põe em perigo. Quando Pedro seguiu de longe, pôs-se em perigo! (Lc 22.54,55). Por isso é que devemos seguir o Senhor de perto ( Sl 63.8). O crente também deve evitar a companhia daqueles que dão mau exemplo (1 Co 15.33; Pv 22.24; 20.19;Sl 1.1; Js 23.12,13), não devendo impressionar com a maioria, que prosegue para fazer o mal (Êx 23.2). A Bíblia diz: “O alto caminho dos retos é desviar-se do mal” (Pv 16.17).

II - O crente e a sua comunhão com Deus

Andar com Deus é o mais perfeito sinônimo de comunhão com o Pai Celeste. Diz a Bíblia que andou Enoque com Deus. E tão profunda era a intimidade que fruía com o Senhor, que o próprio Senhor, um dia, o tomou para si (Gn 5.24). Vivendo ele numa das era mais ímpias da história da humanidade, não somente andou com Deus como também testemunhou, publicamente, acerca da justiça divina. Sua comunhão com o Senhor, portanto, não era apenas particular; era notória e aberta. Profeta do Altíssimo, condenou toda a sua geração que, irremediavelmente ímpia, recusava o oferecimento da graça divina.

Andar com Deus significa, ainda ter uma vida como a de Eliseu que, por onde quer que fosse, era de imediato reconhecido como homem de Deus (2 Rs 4.9). E Abraão? Pelo próprio Deus foi chamado de amigo (Is 41.8).

1. A meditação na Palavra de Deus

A Bíblia é a inspirada, a inerrante, a infalível, a soberana e a completa Palavra de Deus. Quanto mais lermos a Bíblia, mais sábios tornaremos. Ela orienta-nos em todos os nossos caminhos; consola-nos quando nenhum consolo humano é possível; mostra-nos a estrada do calvário e leva-nos ao lar celestial.

Os crentes que lêem a Bíblia diariamente são mais sábios e acham-se melhor preparados, a fim de enfrentar as lutas e as dificuldades que nos juncam o cotidiano. Faça da Palavra de Deus o seu lenitivo.

2. Oração

Oração é o ato pelo qual o crente, através da fé em Cristo Jesus e mediante a ação intercessora do Espírito Santo, aproxima-se de Deus com o objetivo de adorá-lo, render-lhe ações de graça, interceder pelos salvos e pelos não-salvos, e apresentar-lhe as petições de acordo com a sua suprema e inquestionável vontade (Jo 15.16; Rm 8.26;1Ts 5.18; 1Sm 12.23; 1Jo 5.14). Tiago afirma: “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto” (Tg 5.16-18). Estivéssemos nós conscientes desta verdade, cultivaríamos ainda mais esta doce e amorosa disciplina da vida cristã. Sem oração jamais haveremos de mover a mão de Deus para que aja sobrenaturalmente, no mundo, por intermédio de seu povo.

3- Jejum

Jejuar, a palavra vem do latim, jejunare, com o sentido da prática do jejum; abster-se de comer, ou abstinência de alguma coisa.

Jejum é abstinência total ou parcial de alimentos durante um determinado período, visando aprimorar o exercício da oração e da meditação. O jejum bíblico não pode ser visto como penitência, mas como um sacrifício vivo e agradável a Deus. Para que seja aceito, deve ser o jejum acompanhado de justas e piedosas intenções.

Mesmo não sendo um mandamento, a prática do jejum é muito salutar para a vida espiritual, como um reforço à oração e súplica, seja de modo sistemático, ou nem momentos em que se faz necessária uma maior contrição diante de Deus. Jesus jejuou. Este é um exemplo marcante. Homens de Deus jejuaram, inspirando-nos a seguir-lhes o exemplo. O jejum físico só tem valor quando a pessoa já vive em jejum espiritual (abster-se e atitudes que não agradam a Deus), na comunhão com Deus.

III - A salvação nos habilita para o serviço cristão

Serviço cristão é o trabalho que, amorosa e voluntariamente, consagramos a Deus, visando a expansão de seu Reino até aos confins da terra, no poder e na unção do Espírito Santo, sem jamais descurar de nossas obrigações assistenciais (At 1.8; Gl 2.10).

O serviço cristão não é apenas prática; é doutrina e teologia; encontra-se fundamentado nas Escrituras Sagradas e na experiência histórica da Igreja. Por conseguinte, nos permitido afirmar: o Serviço Cristão é a teologia em ação.

Se não nos dedicarmos integral, sacrificial e amorosamente ao Serviço Cristão, como nos haveremos ante o Tribunal de Cristo? De casa um de seus filhos, exige Ele que não somente se envolva, mas que se comprometa com a divulgação do Evangelho até aos confins da terra.



Conclusão

O Senhor Jesus foi, em todas as coisas, um singular exemplo. Como seus discípulos, devemos também nos dedicar e seguir seu exemplo.




Extraído de:

ANDRADE, Claudionor de. As Disciplinas da Vida Cristã: Como alcançar a verdadeira espiritualidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

BERGSTÉN, Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

LIMA, Elinaldo Renovato de. Aprendendo Diariamente com Cristo: Como viver uma vida cristã em um mundo em conflito. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

Lição Jovens/Adultos aluno 4trim/2009






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Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos

4º Trimestre de 2009

A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
No 4º trimestre de 2009, estaremos estudando o tema Davi - As Vitórias e derrotas de um homem de Deus
Comentarista: Pastor José Gonçalves

SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- Davi e a sua vocação
2- Davi enfrenta e vence o Gigante
3- Davi na Corte Real - Vivendo com sabedoria
4- Davi e tempo de Deus em sua vida
5- Davi e sua equipe de liderados
6- Davi unifica o Reino de Israel
7- A Expansão do Reino Davídico
8- O pecado de Davi e suas consequencias
9- A restauração Espiritual de Davi
10- Davi e o preço da negligência na família
11- Davi e a restauração do culto a Jeová
12- Davi e o seu Sucessor
13- Davi - Um Homem segundo o coração de Deus

Formato: 13,8 x 21cm / 64 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade:Trimestral

Lição adolescentes aluno 4trim/2009






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Adolescentes Aluno - 4º trim/2009

4º trimestre de 2009

Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste trimestre, estaremos estudando o tema: O Atleta Cristão

SUMÁRIO:
1 - Bem-vindo a equipe de Cristo
2 - O Bom e o mau atleta
3 - Conheça o treinador da Equipe de Cristo
4 - Nosso Adversário e suas armas
5 - Trabalhando em Equipe
6 - A União faz a força!
7 - Vencendo obstáculos
8 - Os objetivos da Equipe de Cristo
9 - As regras do jogo
10 - O cuidado do atleta
11 - A perseverança do atleta
12 - Punições para os rebeldes
13 - O prêmio dos vencedores

Formato: 13,5 x 21cm / 64 págs
Acabamento: Grampeado
Periodicidade:Trimestral