ENSINADOR CRISTÃO - LIÇÃO 12

segunda-feira, 22 de março de 2010








LIÇÃO 12



VISÕES E REVELAÇÕES DO SENHOR


Seguindo a seqüência de lições, observamos que Paulo defende seu ministério e mostra o quanto trabalhou e sofreu em prol do Reino de Deus. Mas em meio aos seus trabalhos e lutas, Paulo partilhou de momentos que nenhum apóstolo participou, como ser arrebatado e conhecer coisas sobre os céus. É evidente que um tipo de conhecimento como esse deixaria qualquer pessoa cheia de si, e nesta lição, veremos o recurso de Deus para que o apóstolo não fosse uma pessoa soberba diante das revelações que teve da parte do Senhor.

Ele começa o verso 1, do capítulo 12 de 2 Coríntios, dizendo do que não era conveniente gloriar-se por causa dos desafios que teve de enfrentar. Suas lutas haviam sido recompensadas com uma mostra do que o aguardava quando terminasse sua carreia: o céu. Ele esteve no paraíso e viu, como o próprio texto diz, coisas que ao homem não é lícito falar. É evidente que muitas coisas que Deus mostra a alguns de seus servos não serão compreensíveis a todos os outros filhos do Reino, mas mesmo grandes revelações atraem para si grandes responsabilidades. Uma grande chamada é acompanhada de igual desafio à sua concretização. O desafio de Paulo não era guardar a excelência da revelação, mas manter-se útil diante de Deus e com humildade.

As revelações eram maravilhosas. Quem pode mensurar a parcela da Eternidade que ficou à disposição da mente de Paulo? E quem pode mensurar a possibilidade de um homem como Paulo se tornar uma pessoa arrogante por causa da grandiosidade do que tinha visto quando foi arrebatado? Nós não podemos mensurar, mas Deus pôde. E com a permissão divina, Deus utilizou-se de um expediente que manteria Paulo dentro do padrão desejado por Ele: o famoso espinho na carne.

A bíblia não especifica a espécie de “espinho na carne” ao qual Paulo foi submetido (algumas pessoas dizem que foram as marcas dos açoites e as conseqüências destes para a saúde de Paulo; outros dizem que era a aparência dele, ou o provável problema de vista, pois quando foi curado da cegueira que lhe fora acometida na estrada de Damasco, caíram de seus olhos algo como escamas). Ele não se preocupa em detalhar a natureza do espinho, mas diz a sua causa: “Para que eu não me exaltasse pelas excelências das revelações... um mensageiro de Satanás, para me esbofetear”, 2Co 12.7.
Quando alguém quer ferir uma pessoa, usa a agressão, mas, quando quer humilhar essa pessoa, dá um tapa em seu rosto.
Esse era o objetivo do espinho permitido por Deus na carne de Paulo: Não permitir que Paulo se achasse melhor que qualquer outra pessoa pelas revelações que teve. Aquela era uma prova caba de que Deus amava seu servo e que desejava usá-lo ainda mais, mas que era preciso que Paulo mantivesse com humildade o conhecimento que recebera.



*Extraído da Revista Ensinador Cristão, Ano 11 N° 41, CPADA, Pr. Alexandre Coelho

SUBSÍDIO 2CORÍNTIOS -LIÇÃO 12 (ENSINO DOMINICAL)

sábado, 20 de março de 2010





LIÇÃO 12

Visões e Revelações do Senhor


por

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Instruir a igreja quanto às experiências espirituais, destacando que essas, além de não serem credenciais do apostolado genuino, devam ser respaldadas pela Palavra de Deus.

INTRODUÇÃO

Os falsos apóstolos de Corinto argumentavam, contra Paulo, que esse não tinha recebido visões do Senhor, uma credencial considerada relevante para eles. Na lição de hoje, o Apóstolo, devido à exigência da situação, narra, com modéstia e sutileza, as visões e revelações que teve do Senhor. Em seguida, mostra que, para que ele não se vangloriasse delas, o Senhor lhe pôs um espinho na carne. Ao final, destacaremos o caráter altruísta do ministério apostólico de Paulo.

1. VISÕES E REVELAÇÕES

Não convém a Paulo se gloriar, por isso, ele o faz constrangido, devido às exigências da situação. É nesse contexto que o Apóstolo resolve repassar as visões e revelações que recebeu do Senhor. A primeira, e certamente a mais importante delas, ocorreu na estrada de Damasco, quando Paulo se encontrou com o Senhor Jesus (II Co. 12.1; At. 22.6-11). Posteriormente, Paulo teve uma visão do homem da Macedônia que o chamou para ajudar (At. 16.9,10). O próprio evangelho que Paulo pregava, conforme ressaltou aos crentes da Galácia, lhe havia sido revelado (Gl. 1.12), bem como as revelações escatológicas provenientes de Deus (Ef. 3.3-5; I Co. 2.9,10; I Ts. 4.15). Certamente Paulo teve outras revelações do Senhor, mas resolve destacar uma para confrontar seus opositores. Narra que, há quatorze anos, um homem, referindo-se a ele mesmo, mas utilizando-se de modéstia, que havia sido arrebatado até ao terceiro céu. É digno de destaque que Paulo utiliza, aqui, o mesmo verbo grego harpazo de quando se refere ao arrebatamento da igreja (I Ts. 4.17). Talvez, por isso, o Apóstolo não tenha certeza se esse arrebatamento se deu no corpo ou fora dele. Ao ser levado para o paraíso, Paulo ouviu palavras inefáveis, as quais não são lícitas ao homem referir. Com essa restrição, o Apóstolo ressalta a natureza sacra da revelação, e, provavelmente, algo que apenas a ele dizia respeito, ou, talvez, que fosse impossível se ser descrito em palavras (II Co. 3,4). Fato é que ele não quer parecer presunçoso em relação às suas visões e revelações, pois não pretende se vangloriar delas. Ao invés de se gloriar das visões e revelações, Paulo prefere se gloriar das suas fraquezas, isto é, em ser um tesouro em vaso de barro (II Co. 4.7; 11.30; 12.5,6).

2. O ESPINHO NA CARNE

Para que ele não se ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-lhe posto um espinho na carne. Paulo expõe aos seus adversários suas limitações, destacando que, para que ele não viesse a se gloriar das visões e revelações que recebeu, veio-lhe um mensageiro de Satanás, para esbofeteá-lo, a fim de que ele não se exaltasse. Muitas são as controvérsias a respeito do que seria o espinho na carne de Paulo, mas todas as afirmações não passam de especulações teológicas. É mais provável, ainda que não seja passível de comprovação bíblica, que o Apóstolo teria algum problema físico nos olhos (II Co. 12.7; Gl. 4.15). Paulo pediu três vezes ao Senhor para que afastasse esse espinho, mas a resposta foi negativa, ainda que encorajadora: a minha graça de basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. Os falsos apóstolos, e os superpastores contemporâneos, vestem uma carapuça de indestrutibilidade. Investem tão maciçamente na aparência que ocultam suas fragilidades. Há pastores que criticam o rebanho por exigir demais deles, mas não percebem que são eles mesmos os culpados, pois criam uma áurea que fazem com que as pessoas acreditem que são perfeitos. Diferentemente desses, Paulo consegue conviver com suas fragilidades, sabe lidar com elas, já que o Senhor lhe revelou que é através delas que o Seu poder se aperfeiçoa. Somente aqueles que foram feridos são capazes de entender as dores do outro. Apenas aqueles que reconhecem suas fragilidades poderão ser fortalecidos pelo Senhor. Diante dessa verdade espiritual, o Apóstolo dos Gentios prefere antes se gloriar nas fraquezas, para que, sobre ele, repouse o poder de Cristo (II Co. 12.8-10).

3. ALTRUÍSMO MINISTERIAL

O ato de gloriar-se, por causa das exigências da igreja de Corinto, é reconhecido, pelo próprio Paulo, como uma insensatez. Os crentes daquela cidade o constrangeram a fazer tal coisa. Ele preferia que os irmãos tivessem sensibilidade espiritual suficientes para ver as credenciais do Apóstolo (II Co. 12.11). Os coríntios tiveram ampla oportunidade de testemunharem as credenciais apostólicas de Paulo. Se eles tivessem comparado suas credenciais com as dos seus opositores, notariam que em nada ele seria inferior (II Co. 12,13). Paulo pretende, mais uma vez, ir a Corinto, para rever os irmãos, e adianta: “não vos serei pesado, pois não vou atrás de vossos bens, mas procuro a vós outros”. Como pai espiritual daquela igreja, deveria ser Paulo, e não os coríntios, que deveria prover o sustento (II Co. 12.14). De modo que, agindo como pai, se dispõe, de boa vontade, a se gastar, e não só isso, a se deixar gastar em prol das almas dos crentes. O verbo “gastar”, tanto em português como em grego, dá idéia de dispensar dinheiro. Paulo o utiliza tanto na voz ativa quando na passiva. Ele estava disposto a sacrificar sua vida em prol da salvação dos crentes. Paradoxalmente, há obreiros que não mais se gastam pelas ovelhas, tomados pelo comodismo, evitam o contato com problemas. Eles se colocam como as primeiras pessoas depois delas mesmas. Ao invés de irem atrás de suas ovelhas, esperam, comodamente, que elas cheguem até eles (II Co. 12.15). Paulo, diferentemente desses, se gasta, e, a todo custo, evita ser pesado aos irmãos da igreja. Ele justifica que a ninguém explorou, antes agiu em amor, com altruísmo e integridade (II Co. 12.16-18). A proposta central do seu ministério não é a exaltação própria, a posição eclesiástica, investir em contatos que lhe abram caminhos para auferir lucros ou poder, mas a edificação da igreja (II Co. 12.19). Na terceira visita que pretende fazer àquela igreja, espera não encontra-los na mesma condição na qual se encontram: com contendas, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos.

CONCLUSÃO

O líder verdadeiramente espiritual não ostenta glória própria. A motivação central do seu ministério é a salvação das almas. Suas atitudes são respaldadas, prioritariamente, pelo amor cristão. A fim de que tenha bom êxito nessa empreitada, ele sacrifica seus interesses e evita se tornar um fardo para os crentes. E, ao invés de se gloriar em visões e revelações, algumas delas biblicamente questionáveis, não tem receio de gastar-se por amor aos crentes, sendo esta sua principal credencial. Ele não é um superobreiro, mas alguém normal, e como qualquer cristão, tem seu “espinho na carne”. E estes, na verdade, servem para que a graça de Deus superabunde, para que o Seu poder se aperfeiçoe na fraqueza.



BIBLIOGRAFIA
HORTON, S. I e II Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
KRUSE, C. II Coríntios: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1999.

Fonte: http://www.subsidioebd.blogspot.com

LIÇÕES DO VÉU RASGADO

quinta-feira, 18 de março de 2010


LIÇÕES DO VÉU RASGADO


Mt 27:50,51 "E Jesus clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras."

1º.) Para entendermos a história dos véus que estavam no Tabernáculo, e depois no Templo, temos que entender porque Deus pediu que
s
e construísse.

2º.) Não devemos esquecer qual era o significado dos véus e porque existiam. Por que Deus ordenou que fossem postos em sua Casa? - A resposta é simples: Separação. O Véu dizia que existiam obstáculos ao homem para se chegar a Deus.

3º.) Mas Jesus deu o brado de vitória na Cruz, "Está Consumado!" e, ao entregar seu espírito ao Pai, então a terra começa a tremer, as rochas se partem... E, o VÉU DO TEMPLO SE RASGA EM DUAS PARTES, DE ALTO A BAIXO.

4º.) E, esta é a Mensagem que vos prego nesta rica oportunidade: LIÇÕES DO VÉU RASGADO (Mt 27:50,51)

1. A LIÇÃO DO CAMINHO INAUGURADO

a. Aquele véu por muitos séculos pregava uma só mensagem: "Todos pecaram e separados estão da Glória de Deus" (Rm 3:23) "Os vossos pecados fazem separação entre vós e o vosso Deus" (Is 59:2).

b. Desde que o homem pecou, Deus se dispôs a preparar outra vez o caminho de volta para o homem.

c. Jesus na Cruz abriu o caminho com seu Sangue. O escritor aos Hebreus compara o véu rasgado com a carne do Senhor (rasgada na Cruz), Hb 10:20.

d. Caminho Construído, chega o momento da inauguração (Ilustração: A fita de inauguração).

e. Que maravilha! O Caminho está pronto!

Hoje você pode ter acesso a Deus - Jo 14:6

Hoje você pode ser salvo - Jo 10:9

Hoje você pode ir até a Sala do trono - Hb 4:14

Hoje você pode ser perdoado e justificado - Rm 5:1,2

Hoje você pode chegar ao coração do Pai - Ef 2:18

Hoje você pode tomar posse das bênçãos - Ap 3:8

Hoje você pode entrar no Santo dos Santos - Hb 10:19,20

2. A LIÇÃO DA SALVAÇÃO QUE VEM DO ALTO

a. Consideremos como era este Véu: Ex 26:31-33. "Depois, farás um véu de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho torcido; com querubins de obra prima se fará. E o porás sobre quatro colunas de madeira de cetim cobertas de ouro, sobre quatro bases de prata; seus colchetes serão de ouro. Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e meterás a arca do Testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o lugar santo e o lugar santíssimo."

b. Alguns fatos que são relevantes sobre o Véu sendo rasgado no momento que Jesus morreu:

1º.) Deus estava dizendo para o véu: "Aqui termina a tua missão e o teu ofício de séculos." Ao ser rasgado, ficou ali suspenso, porém a visão de todos podia penetrar através dele e além dele. Algo maravilhoso acontecera: A separação entre Deus e o homem já não mais existia! O véu desmantelou-se no seu próprio lugar, diante do Santo dos Santos - como quem se demitia de seu ofício.

2º.) O véu não rasgou-se por processo natural de apodrecimento do tecido, notemos que se partiu ao meio em duas partes de forma divinamente uniforme. E, que o véu sendo rasgado, não caiu em pedaços.

3º.) O véu não sofreu nenhuma intervenção humana ou animal. O véu tinha em torno de 18 metros de altura. O historiador judeu Flávio Josefo nos informa que este véu tinha 12 cm de grossura - e que dois cavalos puxando o véu (um de cada lado), não conseguiriam rasgá-lo.

4º.) O véu foi rasgado de alto a baixo - Mt 27:51. A Bíblia não diz que foi rasgado de baixo para cima.

c. QUE LIÇÕES ESTA VERDADE NOS DÁ?

1ª.) Que a Salvação vem do Alto - Salmo 3:8 - Ml 4:2 - Lc 1:78 - Tg 1:17 - Pv 18:10 - Sl 91:1 - Cl 3:1,2

2a.) Que a Salvação do Alto é o próprio Jesus - Lc 2:8-11 - Jo 1:14 - Fp 2:5-11 - 2 Co 8:9

3. A LIÇÃO DA COMUNHÃO RESTAURADA

a. Lv 21:23 "Porém até ao Véu não entrará..."

b. O pecado trouxe separação. Jesus veio restituir a Comunhão. Todas as vezes que olhava para o véu, imediatamente lembravam: "Porque pecamos, estamos separados de Deus" (Rm 3:23; Is 59:2)

c.Quando o véu se rasgou, Deus proclamou a nós:

1ª.) Que Jesus é o Mediador entre Deus e o homem - 1 Tm 2:5

2ª.) Que Jesus nos reconciliou com Deus - Cl 1:20

3ª.) Que a Comunhão foi restaurada pelo Sangue derramado - Ef 2:13

4. A LIÇÃO DA POSSE DAS BENÇÃOS

a. Quando o véu se rasgou, se abriu a porta do Céu com suas bênçãos.

b. A Bíblia fala de aproximadamente 9 mil qualidades de bênçãos e são todas para nós.

c. Agora atente para isto, a Bíblia nos diz que todas as bênçãos nos são dadas através de Jesus, e que não há benção fora dEle - Jo 1:16; Ef 1:3; Rm 8:32; Fp 4:19

d. - A Benção da Salvação é por Jesus - Lc 19:10

A Benção da libertação é por Jesus - Jo 8:32

A Benção da Vida abundante é por Jesus - Jo 10:10

A Benção da Reconciliação é por Jesus - Jo 14:6

A Benção da purificação é por Jesus - Ap 1:5

A Benção da Luz da Vida é por Jesus - Jo 8:12

A Benção da Completa Redenção é por Jesus - Ef 1:7

A Benção do refrigério e do descanso é por Jesus - Mt 11:28

A Benção da perfeita paz é só por Jesus - Jo 14:27

A Benção da vitória é só por Jesus - 1 Co 15:57

A Benção da proteção e segurança é só por Jesus - Jo 10:28

A Benção do Batismo no Espírito Santo é só por Jesus - Mt 3:11

A Benção da Cura Divina - Is 53:4; At 9:32

A Benção do fortalecimento espiritual é só por Jesus - 2 Tm 2:1; Fp 4:13

A Benção da solução de problemas é só por Jesus - Lc 1:37

e. Repito: O Véu rasgado nos diz que as bênçãos são tuas através de Jesus. Creia nisto!

Esta mensagem foi pregada no púlpito da Assembléia de Deus em Plant City, Florida - USA


Pastor Marcos Antonio

FONTE:http://www.familiaegraca.com.br/familiaegraca/artigos_detalhe.asp?cod=889&sessao=24


O FEIXE DOS QUE VIVEM COM O SENHOR

O FEIXE DOS QUE VIVEM COM O SENHOR


"Se algum homem se levantar para te perseguir e buscar a tua vida, então a tua vida será atada
no feixe dos que vivem com o Senhor teu Deus..." (1 Sm 25:29)



1. O Texto bíblico nos revela a possibilidade de sermos atacados

"Se algum homem se levantar para te perseguir e buscar a tua vida..."

a. O inimigo busca nos atacar de três maneiras: roubando, matando e destruindo - Jo 10:10

b. Ele nos ataca diuturnamente (não descansa, não dá tréguas) - Sl 56

c. Ele nos ataca com dardos inflamados (portanto, nos urge termos o escudo da Fé) - Ef 6:16


2. Por mais que sejamos atacados, existe um lugar onde estamos salvos - O FEIXE DOS QUE VIVEM COM O SENHOR

a. Neste feixe há plena proteção - Jo 10:28

b. Neste feixe há Salvação - Is 59:1

c. Neste feixe há segurança e refrigério - Sl 91:1


3. A notícia mais linda: Este FEIXE está na Mão do Senhor

Privilégios de estar neste feixe dos que vivem com o Senhor:

a. Primeiro - Isto diz que pertencemos a Ele - Tt 2:14; Sl 100:3

b. Segundo - Isto revela total abrigo e proteção - Cl 3:1-3

c. Terceiro - Isto revela o amor e o cuidado de Deus para conosco - 1 Pe 5:7

Conclusão:
Jamais saia de Sua Potente Mão. Jamais se afaste do feixe (Sl 133). Assim sendo, que por maior que seja os ataques do inimigo, você estará atado neste FEIXE DOS QUE VIVEM COM O SENHOR.

Sermão pregado na
Assembly of God em Plant City, Florida, USA
Julho de 2009

Pastor Marcos Antonio
FONTE:http://www.familiaegraca.com.br/familiaegraca/artigos_detalhe.asp?cod=1075&sessao=24

SETOR EDUCAÇÃO CRISTÃ CPAD-LIÇÃO 12

quarta-feira, 17 de março de 2010



Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã

Subsídios extras para a lição 2ª Coríntios - "Eu de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas"

1º trimestre/2010



Lição 12 - Visões e Revelações do Senhor


Leitura Bíblica em Classe

2 Co 12.1-4,7-10,12

Introdução

I. A glória passageira de sua biografia (vv.11-33)

II. A glória das revelações e visões espirituais (12.1-4)

III. A glória dos sofrimentos por causa de Cristo (12.7-10)


Conclusão

Tema do Subsídio

Perspectivas bíblicas e teológicas para o problema do sofrimento

A Bíblia Sagrada, Palavra de Deus, declara que o sofrimento humano é consequência da queda de Adão. A representação humana, por Adão, no jardim do Éden, trouxe a condenação a todos os homens. Esse ato não surgiu da volição de Deus, mas da vontade humana.
Na Escritura Sacra a questão não é “Se Deus é Justo?”, mas “como podemos (nós os humanos) justificarmos?” A queda foi resultado da rebelião de Adão. O pecado fez o homem cair, denotando as catástrofes de natureza cosmológica (Rm 8.20,22). Logo a natureza do sofrimento humano precisa ser vista sobre o ponto de vista bíblico antropológico, ou seja, as consequências das ações do homem.

O servo sofredor e a expiação de Cristo

O Evangelho de Cristo é integral, tanto corresponde a esfera material (corpo) quanto a esfera imaterial (alma/espírito). Em Isaías 53, é estabelecido o sofrimento do Servo Sofredor como pressuposto para a cura divina na expiação. O evangelista Mateus afirma exatamente o caráter curador físico da expiação. Isso é totalmente relevante porque os ensinos bíblicos da salvação e a natureza humana acham-se interligados, já que o ser humano não é uma associação desorganizada de corpo, alma e espírito. O ser humano é uma unidade e a salvação se aplica a todas as facetas da existência humana. “O Evangelho inteiro para a pessoa inteira” é um tema genuinamente bíblico que precisa ser reiterado a cada dia.

Reflexão:

“Se a raça humana foi criada por Deus para desfrutar integralmente de tudo, e esta era mesmo a sua intenção é razoável deduzir pelas evidências bíblicas que a cura (pelo menos num sentido limitado) faz parte da obra salvífica de Deus em Cristo.”

HORTON, Stanley M., Ed. Teologia Sistemática, uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 1996, p. 512.

Problemas Doutrinários sobre o sofrimento e o caráter limitado da restauração humana

A concepção triunfalista da extinção do sofrimento não é amparada pelos pressupostos bíblicos. O desejo de Deus é abençoar a sua criação e jamais amaldiçoá-la (Gn 12.3; Tg 1.17), porém, isso não significa que no tempo presente estamos livres de todo e qualquer tipo de sofrimento.
A conhecida fórmula da fé, baseada nas confissões humanas, tem sido o maior empecilho para compreender e viver de fato as benesses do Evangelho genuíno. Há vários problemas relacionados a esse movimento da fórmula da fé. Para eles é vergonhoso o crente está enfermo, porque há promessa da libertação total do sofrimento físico, riquezas e glórias são o que esperam os crentes. A confissão positiva mascara a realidade óbvia da vida, ou seja, o estabelecimento de um novo pensamento que nega a realidade do mundo físico é uma fuga da realidade.
Todos esses pressupostos são contraditórios aos ensinos das Escrituras. O apóstolo Paulo se refere aos sofrimentos da vida (físicos) que serão completamente removidos na redenção futura desse corpo físico, quando então os crentes a semelhança do Cristo ressuscitado terão seus corpos transformados. Em Romanos 8.18-27 fica explícita a condição presente da vida humana, totalmente envolvida em aflição e gemidos, denotando o caráter limitado da restauração humana no tempo presente, ou seja, a completa restauração do homem ainda estar por vir (Rm 8.18; 1 Co 15.42-47,50-55; 1 Jo 3.2).

Reflexão:

“O erro da teologia da fé é atribuir à cura divina [ou ausência de sofrimento] poderes que somente irão se manifestar nos fins dos tempos” (HORTON, Stanley M., Ed. Teologia Sistemática, uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 1996, p. 527).

Paulo e o sofrimento

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.19b,20).

Para os cristãos judeus a autoridade apostólica era sinônimo de transportações de experiências espirituais portentosas. Paulo, porém, afirma que estas experiências não são evidência de autoridade apostólica e nem são de proveito para a congregação. Evidentemente, Paulo não nega o valor do dom de revelação dado pelo Espírito Santo (1Co 14.6,26,30), mas ele está lhe dando com os argumentos dos falsos apóstolos e em relação ao apostolado ele afirma que não está abaixo de ninguém, porque a experiência dada pelo Espírito Santo foi tão portentosa que para ele não se envaidecer, como os falsos apóstolos, foi-lhe dado um espinho na carne. A humildade de Paulo é tão clara, que ele narra o acontecimento na terceira pessoa, sendo honesto com a natureza da experiência, ou seja, ele não sabia se a visão fora dada dentro ou fora do corpo, “Deus o sabe” (v.3).
Fraqueza, limitações e sofrimentos eram características presentes na vida de Paulo. Não há certeza o que era o espinho na carne de Paulo, mas o Eterno por vontade soberana decretou a Graça consoladora em sua vida dando refrigério e paz. A expiação de Cristo propicia cura mediante a vontade soberana de Deus, “Paulo, no entanto, não foi curado. Alguns sustentam que Deus responderá a qualquer oração basta que acreditemos. Paulo não carecia de fé, mas não foi curado. Esta e outras passagens do Novo Testamento, como Filipenses 2.25-27, nos lembram que os cristãos podem sofrer em decorrência de uma saúde precária, além de outras dificuldades, sem que isso represente pecado ou falta de fé. Ao permitir os sofrimentos de Paulo, Deus tinha um propósito para sua vida [não se ensoberbecer]. Como é bom estarmos confiantes em duas situações: Quando sofremos, Deus tem em mente uma boa razão. Quando estamos fracos, podemos aguardar até que Deus nos mostre seu poder em, e através de nós”.

RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia, uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro, CPAD, p. 784

Prezado professor, nesta lição enfatize ao seu aluno a importância de reconhecermos que mesmo em meio ao sofrimento podemos ser aprovados por Deus e desfrutar das maiores e mais sublimes experiências espirituais.

Reflexão:

“A garantia de Cristo de que sua graça é suficiente e seu poder se aperfeiçoa na fraqueza nos motiva hoje. Em vez de tentar controlar nosso próprio destino, temos de nos submeter à vontade de Deus. Sempre que nos sentirmos impotentes, [quer física, relacional, financeira ou estruturalmente], podemos dizer: ‘Não se faça a minha vontade, mas a tua’ (Lc 22.42). Então, a medida que obedecemos o Senhor ativamente, poderemos reivindicar sua suficiente graça e experimentar seu poder, que ‘se aperfeiçoa na fraqueza’”.

HORTON, Stanley M. I & II Coríntios, os problemas da Igreja e suas soluções. Rio de Janeiro, CPAD, p. 248

Referência Bibliográfica

HORTON, Stanley M., Ed. Teologia Sistemática, Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 1996.
RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor Bíblico, uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.
HORTON, Stanley M. I & II Coríntios, os problemas da Igreja e sua soluções. Rio de Janeiro, CPAD, 2003.

SETOR EDUCAÇÃO CRISTÃ CPAD-LIÇÃO 11

quinta-feira, 11 de março de 2010



Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã

Subsídios extras para a lição 2ª Coríntios - "Eu de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas"

1º trimestre/2010



Lição 11 - Características de um autêntico líder




Leitura Bíblica em Classe

2 Co 10.12-16; 11.2,3,5,6

Introdução

I. Os Desafios do apostolado paulino (10.9-18)

II. As marcas de um verdadeiro líder

III. Paulo, um líder segundo a vontade de Deus


Conclusão

Tema do Subsídio

Exemplos de caráter nas esferas pessoal e ministerial de um líder cristão

Exemplo é aquilo que deve ser imitado ou copiado. É uma ação visível que estabelece paradigmas. Em relação à obra de Deus, há paradigmas que precisam ser estabelecidos a partir de exemplos que falam por si mesmo. Na lição deste domingo, enfatize os exemplos que se esperam de líderes nas seguintes esferas: Pessoal e Ministerial.

Exemplo pessoal

Hoje o tema caráter tem sido enfatizado de maneira negativa. A mídia divulga centenas de péssimos exemplos, criando a falsa sensação de que não existe mais caráter ilibado. No senso comum, o caráter expressa a integridade pessoal, a firmeza de atitudes, as qualidades, o modo de ser e outros adjetivos. Entretanto, esse mesmo senso comum preocupa-se com a sensação da ausência de caráter dos líderes políticos, empresariais, profissionais e religiosos. A falha no caráter de desses líderes, divulgados abertamente pela mídia, tem sido motivo de grande ceticismo sobre todos os que exercem o papel de liderança.
O apóstolo Paulo sabia que suas ações poderiam influenciar tanto no aspecto positivo quanto no aspecto negativo. O apóstolo dos gentios tinha a ciência que qualquer falha de caráter poria em cheque o seu apostolado. Uma das tentações no exercício da liderança é a Soberba. Contra ela Paulo afirma que “estão sem entendimento” (v. 12) os que louvam a si mesmo, medem a si mesmo e se comparam a si mesmo. O exemplo paulino denota que o conhecimento e a eloquência longe da obediência de Cristo (2 Co 10.5) corrompe o caráter , este uma vez corrompido, nunca mais será recuperado. Na perspectiva cristã o bom caráter chega a ser mais importante que bens materiais (Pv 22.1 ) e a ordenança de Cristo é que onde estivermos, sejamos autênticos servos de Deus para gozarmos de suas bênçãos (Mt 25.23). O exemplo pessoal de quem está exercendo a liderança, manifestará a sua integridade ou denunciará a sua corruptibilidade.

Reflexão:

“O caráter nunca é comprovado por uma declaração escrita ou oral de convicções. É demonstrado pelo modo como vivemos, pelo comportamento, pelas escolhas e decisões. Caráter é a virtude vivida” (Manual do Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. Rio de Janeiro, CPAD, p. 115.)

EXEMPLO MINISTERIAL

Os termos Ministro ou Ministério empregados no contexto original do AT e NT, deixam patentes que estes envolvem mais funções de serviços, que privilégios. No AT a palavra mais comum para Ministro é mesharet, a expressão pode indicar aquele que assiste uma pessoa de alta posição. Os exemplos de relação ministerial no serviço do AT podem ser encontrados em: Josué e Moisés (Êx 24.13), Elias e Eliseu (1Rs 19.21), os oficiais reais (1Rs 10.5; 2Cr 22.8), os anjos de Deus (Sl 104.4) e a ministração dos sacerdotes no Templo (Dt 10.8; Ed 8.17; Is 61.6;).
No NT há três palavras referentes aos termos analisados, Leitourgos, se refere ao emprego público, ou seja, o cidadão que presta serviço para o Estado; Hyperetes, é um termo grego composto que significa trabalhador de navio de transportação de escravo; E diakonos, é usado para aqueles que servem as mesas. É o termo diakonos que aparece no NT na ênfase de submissão do serviço cristão (Mt 20.26; Mc 10.43). Os apóstolos são chamados de Ministros de Deus (2Co 6.4), de Cristo (Cl 1.7) do Evangelho (Ef 3.6,7) e da Igreja (Cl 1. 24,25). É neste contexto que o apóstolo Paulo dá o seu exemplo ministerial. O apóstolo que fundou várias igrejas, discipulou pessoas, formou líderes e era respeitado pelos demais apóstolos da igreja de Jerusalém. Esse exemplo denota que o verdadeiro líder ministerial é o que serve a igreja, que respeita os seus liderados e que entende a sua missão como um verdadeiro despenseiro de Cristo. O amor, o zelo e o cuidado são características que denota o verdadeiro líder cristão. Definitivamente o exemplo paulino de ministério afirma que o verdadeiro líder não tem privilégios, mas tem privilegiados.

Prezado professor, procure enfatizar a importância de todo o corpo de Cristo (líderes e liderados) cultivar uma vida piedosa com frutos manifestos no seu caráter, onde sua pessoalidade seja integralmente exposta em seu ministério. Ensine que somos chamados por Deus para sermos exemplo de vida pessoal e ministerial.

Extraído de:
Manual do Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. Rio de Janeiro, CPAD.

Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD

MARIDOS, AMAI VOSSA MULHER

quarta-feira, 10 de março de 2010


POR HERNANDES DIAS LOPES

Se a palavra que caracteriza o dever da esposa é submissão, a palavra que caracteriza o papel do marido é amor. O marido nunca deve usar sua liderança para esmagar ou neutralizar a esposa. A ênfase bíblica não está na autoridade do marido, mas no seu amor por ela (Ef 5:25,28,33). O que significa submissão? É entregar-se a alguém; o que significa amar? É entregar-se por alguém. Assim, submissão e amor são dois aspectos da mesmíssima coisa.

Os cinco verbos que definem a ação do marido
O apóstolo Paulo, escrevendo em Efésios 5:24-33, usa vários verbos para descrever a ação do marido em relação à sua mulher. Em primeiro lugar, ele usa o verboamar. O marido deve amar a esposa como Cristo amou a Igreja. O amor de Cristo pela igreja foi proposital, sacrificial, santificador, altruísta, abnegado e perseverante. Em segundo lugar, Paulo usa o verbo entregar-se. O marido deve amar sua mulher com um amor não egoísta, ou seja, um amor devotado. Em terceiro lugar, Paulo usa o verbo santificar. O amor visa o bem da pessoa amada. A mulher que é amada pelo marido é protegida de muitas tentações e sua vida é santificada. Em quarto lugar, Paulo usa o verbo purificar. O amor busca a perfeição da pessoa amada. Finalmente, Paulo usa o verbo apresentar. O amor visa a felicidade plena da pessoa amada e com a pessoa amada.

O marido deve cuidar da vida espiritual da esposa
O marido é o responsável pela vida espiritual da esposa e dos filhos. Ele é o sacerdote do lar. O marido precisa buscar a santificação da esposa. Deve ser a pessoa que mais exerça influência espiritual sobre ela. Ele deve ser uma bênção na vida dela (Pv 31:11,12,23,28,29).

O marido deve cuidar da vida emocional da esposa
O marido fere a si mesmo, ferindo a esposa. Ele cuida de si mesmo, cuidando da esposa. Mas, como o marido deve cuidar da esposa?
Em primeiro lugar, ele não deve abusar dela. Um homem pode abusar do seu corpo, comendo ou bebendo em excesso. Um homem que faz isso é néscio, porque ao maltratar o seu corpo, ele mesmo vai sofrer. De igual modo, o marido que maltrata a esposa é néscio. Ele machuca a si mesmo ao ferir a esposa. Um marido abusa da esposa ao ser rude com ela; não dando tempo, atenção e carinho a ela; usando palavras e gestos grosseiros com ela; ou sendo infiel a ela.
Em segundo lugar, ele não deve descuidar dela. Um homem pode descuidar do seu corpo. E se o faz é néscio e vai sofrer por isso. Se você tiver com a gargantainflamada não pode cantar nem mesmo falar direito. Todo o seu trabalho será prejudicado. Você tem idéias e mensagem, mas não pode transmiti-las. Quando o marido descuida da esposa, ele se priva dos mais excelentes privilégios. O marido descuida da esposa quando substitui trabalho por relacionamento; quando passa todo o tempo disponível em frente da televisão, do computador ou com os amigos. Há viúvas de maridos vivos. Há maridos que querem vivera vida de solteiros. O lar para eles é apenas um albergue.

O marido deve cuidar da vida física da esposa
O marido deve zelar da vida física da esposa (a alimenta e dela cuida). Como o homem sustenta o corpo? a) A dieta – Um homem deve pensar em sua dieta. Deve tomar suficientes alimentos e tomá-los regularmente. Assim também o marido deveria estar pensando no que ajudará sua esposa; b) Prazer e deleite – Quando ingerimos nossos alimentos não só pensamos em termos de calorias ou proteínas. Não somos puramente científicos. Pensamos também naquilo que nos dá prazer. Desta maneira o marido deve tratar a esposa. Ele deve estar pensando no que a agrada. O marido deve ser criativo no sentido de sempre alegrar e agradar a esposa; c) Exercício – A analogia do corpo exige mais este ponto. O exercício é fundamental para o corpo. O exercício é igualmente essencial para o casamento. É o diálogo. É a quebra da rotina desgastante.
A comunicação no casamento é vital; d) Carícias – A palavra cuidar só aparece em Efésios 5:29 e em 1 Tessalonicenses 2:7. A palavra significa acariciar. O marido precisa ser sensível às necessidades emocionais e sexuais da esposa. O marido precisa aprender a ser romântico, cavalheiro, gentil e cheio de ternura com sua esposa. Numa época como a nossa de falência da virtude, enfraquecimento da família e explosão de divórcio, precisamos nos voltar para os preceitos da Palavra de Deus para termos uma vida santa e feliz.

FONTE: http://ministerio.hernandesdiaslopes.com.br/news/108.htm
Rev. Hernandes Dias Lopes