ADOLESCENTES-LIÇÃO 11

sábado, 11 de dezembro de 2010

 

Adolescentes-mestre-4-trim-2010__m206374 Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
Cartas que Ensinam

Lição 11 - Preparado para o combate?

Sabendo Paulo que Timóteo era tímido e enfrentava adversidades no...

Texto Bíblico: 2 Timóteo 2.1-6,15


VISÃO PANORÂMICA DE 2 TIMÓTEO


Esboço de 2 Timóteo:
Introdução (1.1-4)


I. Paulo Exorta Timóteo (1.5-18)
•Despertando o dom de Deus.
•Disposto a Sofrer pelo Evangelho.
•O Exemplo de Paulo.
•Obedecendo e defendendo a Verdade.
•Amigos desleais e leais, de Paulo, em Roma.


II. Requisitos do Obreiro Fiel (2.1-26)
•Ser Forte na Graça de Deus.
•Confiar o Evangelho a Homens Fiéis.
•Suportando os Sofrimentos.

1.Como Bom Soldado.
2.Como Atleta Disciplinado.
3.Como Agricultor Laborioso.

•Morrer por Jesus Cristo e Sofrer por Ele.
•Evitar Discussões Inúteis e Defender o Evangelho.

III. A Iminência do Surto Final da Maldade (3.1-19)

IV.Perseverança na Verdade (3.10-17)
•Aprendida de Paulo.
•Aprendida das Escrituras.

V. Pregar a Palavra (4.1-5)
VI. Testemunho e Instruções de Paulo (4.6-18)
•Testemunho de despedida de Paulo.
•Instrução Pessoal a Timóteo.
•Advertência a Timóteo.
•A certeza da Fidelidade de Deus.

Conclusão (4.19-22)

Sabendo Paulo que Timóteo era tímido e enfrentava adversidades no ministério, e divisando a sombria perspectiva de forte perseguição vinda de fora, contra a Igreja, e da atividade nociva dos falsos mestres dentro dela, ele exorta Timóteo a defender o evangelho, a pregar a Palavra, a perseverar na tribulação e a cumprir a sua missão.

Texto extraído da obra “Bíblia de Estudo Pentecostal” Rio de Janeiro: CPAD.

PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 11

 

Pre-adolescentes-mestre-4-trim-2010__m207257 Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
O Pré-Adolescente e a Igreja

Lição 11 - O Louvor e a Adoração na Igreja

O livro de Salmos é uma coletânea de poesia hebraica inspirada pelo...

Texto Bíblico: Salmos 149.1-9


“O livro de Salmos é uma coletânea de poesia hebraica inspirada pelo Espírito Santo; descreve a adoração e as experiências  espirituais do povo de Deus  no Antigo Testamento. É a parte mais intima e pessoal deste testamento, pois nos mostra como era o coração dos fiéis naquele tempo, e a sua comunhão com Deus.
Nos livros históricos da Bíblia, Deus fala ao homem, e nos Salmos, o homem fala a Deus.
A alma do crente pode ser comparada a um órgão cujo executor é Deus. Nos salmos, percebe-se como Deus toca todas as emoções da alma piedosa, produzindo cânticos de louvor, confissão, adoração, ações de graças, esperança e instrução” ( Salmos, Adorando a Deus com os Filhos de Israel. p.5, CPAD).
“A música já foi descrita como um som bonito, mas para qualquer pessoa que tenha sido profundamente comovida pelo som, não é nada menos do que uma dádiva da graça. Combinada com palavras e verdades das Escrituras, a música pode tocar o coração com a cura, elevar o espírito com promessas, exaltar a alma com o amor. O fruto da criatividade de um compositor temente a Deus abre-nos um espaço de grande intimidade com o nosso Criador.
As palavras e as verdades da Bíblia são poderosas por si mesmas, embora pareçam assumir uma nova dimensão quando talentosamente combinadas com a música, tornando-se ainda mais vivas e ativas. Pense nos grandes hinos e nas grandes composições clássicas do passado, lembretes esplêndidos e potentes da santidade, majestade e maravilhosa graça de Deus. Como é doce o som! Nem mesmo um rei conseguiu ficar sentado quando magníficos  acordes do coro de  “Aleluia” alcançaram uma platéia pela primeira vez.” (
Graça Diária. p.88, CPAD).

O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO-LIÇÃO 10

sábado, 4 de dezembro de 2010

 

Licoes-biblicas-mestre-jovens-e-adultos__m206362 Adicional para as aulas de Lições Bíblicas

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
O Poder e o Ministério da Oração, o relacionamento do cristão com Deus

Lição 10 - O Ministério da Intercessão

O poder da oração congregacional não pode ser exagerado. Se a...

LEITURA EM CLASSE
Gênesis 18.23-29,32,33
INTRODUÇÃO
I. A ORAÇÃO INTERCESSÓRIA
II. CARACTERÍSTICAS DE UM INTERCESSOR
III. A FORÇA DA ORAÇÃO COLETIVA

CONCLUSÃO

Há consideráveis precedentes em favor da oração feita pela igreja local, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento (1 Cr 29.20; 2 Cr 29.28-31; At 1.14,24; 4.24-31; 12.5; 20.36).
O poder da oração congregacional não pode ser exagerado. Se a oração de um único crente pode muito em seus efeitos, quanto mais poderá a oração de uma congregação (At 12.5; Tg 5.16)? Se somente dois, em perfeito acordo no Espírito, podem obter “qualquer coisa que pedirem” (Mt 18.19), qual será o resultado quando uma congregação inteira orar com um só pensamento, unidos no Espírito? Temos algumas boas respostas ilustrativas: Quando a congregação de Jerusalém orou, depois de Pedro e João serem soltos da prisão, “moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” (At 4.31). Noutra ocasião, quando a Igreja continuou a orar intensamente, mesmo sem real expectativa de resposta, o Senhor enviou o seu anjo e livrou Pedro das mãos de Herodes (At 12.5-16).
A oração congregacional pode assumir diversas formas. Pode incluir as orações feitas antes do culto, as que são realizadas após o culto e as que acontecem durante o culto, juntamente com todos os presentes. Pode abranger as reuniões regulares de oração na igreja, bem como períodos especiais de jejum e oração.
As orações feitas antes do culto não somente preparam o coração para o recebimento da Palavra de Deus, mas também criam uma atmosfera própria para a presença do Espírito Santo, capacitando os participantes a ministrarem com uma unção especial (Ef 6.18,19). Um horário e um lugar adredemente marcados para as orações antes do culto devem ser anunciados e propagados. Esse período de oração não requer qualquer estruturação, mas pode ser simplesmente uma oportunidade para aqueles que gostam de se reunir cedo, com o propósito de ficar esperando em Deus, de adorá-lo ou de apresentar suas petições diante do Senhor.
As orações realizadas depois do culto têm sido uma valiosa tradição na maioria das igrejas pentecostais e carismáticas.  Essas orações são consideradas vitais para o bem-estar e o progresso espiritual de uma congregação local. Podem envolver orações pelos enfermos, orações com aqueles que buscam a salvação ou o batismo no Espírito Santo, orações por necessidades espirituais e orações e adoração de ordem geral. Muitas igrejas têm salas de oração adjacentes ao santuário, onde a congregação pode se reunir numa atmosfera um tanto quanto reclusa para a busca de Deus. Em outras igrejas, as orações depois do culto acontecem em redor do altar... Algumas congregações designam pessoas que têm a habilidade de encorajar e ajudar os outros, a fim de supervisionar esses períodos de oração.
As orações congregacionais ocorridas durante o andamento do culto deveriam buscar envolver todas as pessoas presentes, embora haja a tendência de haver limites estruturais e de tempo. Muitas congregações engajam-se em extensos períodos de adoração coletiva e oração, durante os quais são comuns as manifestações dos dons de elocução do Espírito Santo. A oração é geralmente liderada pelo pastor, um colega de ministério ou um membro da congregação. A participação da audiência, que diz “amém” e outras expressões de adoração, indicando concordância com aquele que lidera nas orações, é esperada e contribui para um sentimento de unidade, à medida que o corpo se aproxima do Senhor em oração e petição. Ocasionalmente, congregações inteiras unem-se em oração conjunta. Embora existam aqueles que criticam essa prática, não há como negar a existência de base e precedentes bíblicos (At 4.24-30). Esse sistema tem-se mostrado comum no movimento pentecostal, desde o seu início. 
Uma vida de oração madura e bem desenvolvida pode atingir níveis sem paralelo de (1) comunhão com o Senhor e de (2) eficácia no suprimento das necessidades espirituais, fatos evidentes para onde quer que nos voltemos. Mas uma oração fervorosa e eficaz não ocorre simplesmente porque expressamos um pedido de oração. Tudo pode começar com elementares apelos de pedido de ajuda em tempos de crise ou em circunstâncias difíceis, mas deve amadurecer através da prática constante das formas tradicionais de oração. As práticas de oração sugeridas neste capítulo não têm um fim em si mesmo. São apenas formas externas identificáveis de oração, que podem ser usadas para os crentes crescerem no espírito, até que se tornem íntimos com Deus e se transformem em intercessores em favor de um mundo necessitado e que está morrendo espiritualmente.

  
Texto extraído da obra “
Teologia Bíblica da Oração” Rio de Janeiro: CPAD.

JUVENIS-LIÇÃO 10

 

Juvenis-mestre-4-trim-2010__m206366 Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
O Cuidado com a influência dos meios de comunicação

Lição 10 - As mensagens subliminares

A Palavra de Deus mostra a realidade e a astúcia de Santanás de investir, com...

Texto Bíblico: Efésios 5; Hebreus 5.13,14; Tiago 1.5,6; 2 Coríntios 10.4


MENSAGEM SUBLINAR: A PALAVRA DE DEUS É MAIS PODEROSA

A comunicação cujo processo é oculto ou dissimulado e o uso ou não de tecnologias que objetivam assediar ou apavorar pessoas, a esta ideia chama-se Mensagem Subliminar. Ela confundi a origem da informação deixando no ar a concepção de que a informação pode ser objeto de celeumas no ambientes, confusões de pensamentos e relacionamentos pessoais, bem como outras áreas humanas.
A Palavra de Deus mostra a realidade e a astúcia de Santanás de investir, com artifícios encantáveis e sutis, contra a vida de milhares de jovens. Mas a mesma Palavra denota que é preciso VIGIAR: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo” (1 Pe 5.8,9). 
Por isso, prezado professor, como educador cristão você tem o compromisso de ensinar a Palavra de Deus como um auxiliador que implanta na mente e no coração dos seus alunos os princípios eternos: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4.12). Boa aula!

ADOLESCENTES-LIÇÃO 10

 

 Adolescentes-mestre-4-trim-2010__m206374 Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
Cartas que Ensinam

Lição 10 - Ninguém despreze a sua mocidade!

O Apóstolo Paulo teve um tríplice propósito ao escrever...

Texto Bíblico: 1 Timóteo 4.6-16;

VISÃO PANORÂMICA DE 1 TIMÓTEO

Esboço de 1 Timóteo:
Introdução (1.1-20)
I.Instruções a Respeito do Ministério Eclesiástico (2.1 – 4.5)
•    A Proeminência da Oração.
•    A Conduta Apropriada das Mulheres.
•    Qualificação do Pastor (Pessoal e Familiar).
•    Qualificação do Diácono (Pessoal e Familiar).
•    Razões de a Igreja Exigir Altas Qualificações de Seus Dirigentes.
II.Instruções a Respeito do Ministério de Timóteo (4.6 – 6.11,16)
•    Sua Vida Pessoal.
•    Seu Tratamento com os Membros da Igreja.

1.    Homens Idosos e Jovens.
2.    Mulheres Idosas e Jovens.
3.    Viúvas.
4.    Presbíteros e Candidatos ao Presbitério.
5.    Servos.
6.    Falsos Mestres.
7.    Os Ricos.

Conclusão (6.20,21)
O Apóstolo Paulo teve um tríplice propósito ao escrever 1 Tm: (1) exortar o próprio Timóteo a respeito do seu ministério e da sua vida pessoal; (2) exortar Timóteo a defender a pureza do evangelho e seus santos padrões da corrupção causada por falsos mestres; e (3) dar a Timóteo instruções a respeito de vários assuntos e problemas de Éfeso.
Um dos cuidados principais que Paulo transmite ao seu jovem auxiliar é que Timóteo lute com denodo pela fé e refute os falsos ensinos que estavam comprometendo o poder salvífico do evangelho. Paulo também instrui Timóteo a respeito das qualificações espirituais e pessoais dos dirigentes da igreja, e oferece um quadro geral das qualidades de um obreiro candidato a futuro pastor de igreja (1.3-7; 4.1-8; 6.3-5,20,21).
Entre outras coisas, Paulo ensina a Timóteo sobre o relacionamento pastoral como os vários grupos dentro da igreja, como as mulheres em geral (2.9-15; 5.2), as viúvas (5.3-16), os homens mais idosos e os mais jovens (5.1), os presbíteros (5.17-25), os escravos (6.1,2), os falsos mestres (6.3-6) e os ricos (6.7-10,17-19). Paulo confia a Timóteo cinco tarefas distintas para ele cumprir (1.18-20; 3.14-16; 4.11-16; 5.21-25; 6.20-21). Nesta epístola, Paulo exprime sua afeição a Timóteo como seu convertido e filho na fé, e estabelece um elevado padrão de piedade para vida dele e da igreja.


 

Texto adaptado da “Bíblia de Estudo Pentecostal”, Rio de Janeiro: CPAD.

PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 10

 

 Pre-adolescentes-mestre-4-trim-2010__m207257 Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Subsídios para as lições do 4º Trimestre de 2010
O Pré-Adolescente e a Igreja

Lição 10 - A Igreja é lugar de cura

Milagre é a intervenção divina que causa admiração e espanto. Os...

Texto Bíblico: João 14.12-14; Tiago 5.14-16


Milagre é a intervenção divina que causa admiração e espanto. Os atos sobrenaturais revelam o poder de Cristo sobre as enfermidades, a natureza, a morte, o inferno e o Diabo.
Caro professor, o “mundo” sempre ridicularizou as intervenções divinas, tenta a todo instante racionalizar o sobrenatural. Mas nós servos de Deus, temos a obrigação de crer que Jesus operou e opera sinais e maravilhas no meio de seu povo. Aproveite esse momento para motivar a fé de seus alunos e conte um testemunho particular ou de outra pessoa.
Uma boa ideia
Material: Copo grande de vidro, água, iodo e cloro.
Comente que precisamos crer que Jesus opera milagres nos dias atuais.  Pergunte se eles crêem que Cristo cura, liberta e ressuscita os mortos. Assevere que precisamos crer no poder de Jesus.
Coloque a água dentro do copo e aos poucos goteje algumas gotinhas de iodo. Pergunte a eles, se há possibilidade de essa água ficar clara novamente. Comente que, aos nossos olhos não há essa possibilidade. Entretanto, estamos enganados! (Nesse momento, derrame um pouco de cloro na água e em seguida questione-os). Ficaram surpresos com esta limpeza?
Jesus age da mesma forma, quando acreditamos que está tudo perdido, que não há mais solução. Basta clamar a Ele. O milagre acontece, não importa o tamanho da dificuldade, para o Senhor Jesus não existe impossível.    

 


“Porque para Deus nada é impossível” (Lc 1.37).

AVIVAMENTO NA FAMÍLIA

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

 

Avivamento Na Família

por Hernandes Dias Lopes

 

Força hostis e tenebrosas conspiram contra a família e a encurralam de todos os lados, com o firme propósito de desestabiliza- la e destrui-la. Ha uma orquestração do inferno para dinamitar os alicerces desta instituição divina. Torpedos mortíferos estão sendo lançados sobre o lar nesta virada de milênio. Crises gigantescas e medonhas garroteiam a família e a estiolam. Tempestades borrascosas assolam-na com desmesurado rigor. A família tem se transformado, muitas vezes, em campo de guerra, em arena de brigas e mágoas e em cenário de decepção, desencanto e traição.

Em muitos lares a alegria da comunhão já morreu, o diálogo acabou, o fogo da devoção a Deus se apagou e o altar do culto doméstico está em ruínas, coberto de cinzas. A família esta sendo invadida por valores relativos e mundanos e envelopada pela mídia hedonista que despeja sobre os lares um veneno devastador e mortal. Muitos casamentos estão naufragando, vitimados pelo acidente trágico do divórcio, causado pela infidelidade, pela decepção e pela falência dos sonhos de uma vida feliz, deixando feridas profundas na vida dos filhos, que vivem o drama de serem filhos órfãos de pais vivos, afastados de seus pais, guando mais precisam deles.

Nesse contexto de convulsão social, da falência da virtude, do desbarrancamento da piedade, e necessário buscar a Deus c clamar por um avivamento na família, pois cremos que só em Deus está a cura e a restauração para ela. Deus pode pegar um vaso quebrado e fazer dele um vaso novo, pode soprar no vale de ossos secos e levantar daí um exército. Deus pode curar feridas, restaurar casamentos, converter o coração dos filhos aos pais, derramar amor no coração dos conjugues, capacita-los para perdoar e dar-lhes uma nova disposição para investir tudo na restauração da família.

Chamo sua atenção para uma família que foi bombardeada pela furia dc Satanas. Trata-se da família de Jó. Ele era um homem bem- sucedido. Realizado financeiramente. Tinha uma vida moral ilibada. Era elogiado pôr Deus. Era um pai extraordinário que tinha boa comunicação com os filhos e orava pôr eles constantemente às madrugadas. Satanás, porem, questionou a integridade de Jó e Cus permitiu que ele fosse provado. Satanás atingiu as cinco áreas vitais da sua vida:

  1. Finanças;
  2. Filhos;
  3. Saúde;
  4. Casamento;
  5. Amizades.

Jó perdeu todos os seus bens. Ele foi a falência. Ele ficou arruinado financeiramente. Depois desse esbarro desinstalador, ele ainda perdeu seus dez filhos, esmagados e soterrados por um terremoto, num dia de festa e celebração da família. Esse pai, com o coração apertado vai para o cemitério sepultar todos os seus filhos num único dia. Se isso não bastasse, seu corpo foi ferido dos pés a cabeça por uma enfermidade devastadora. Tumores malignos cobriram a sua pele. Seu corpo apodrecia. Ele raspava suas feridas com cacos de telha. Da sua pele enegrecida e do seu corpo encarquilhado exalava- se um mau cheiro repugnante. As pessoas o praguejavam e cuspiam nele. Sua dor era atroz. Seu choro era constante. Desejou morrer antes de ter nascido. Amaldiçoou o dia do seu nascimento e suspirou ter encontrado os seios da sua mãe secos de leite, para morrer de fome na sua infância. Mas, a fúria de Satanás ainda ardia contra Jó. Agora, seu arquiinimigo joga a sua esposa contra ele. Ela, desestruturada, revolta-se contra Deus. Ergue seus punhos contra os céus. Deixa de ser aliviadora de tensões para ser uma algoz do seu marido. A Jó, só lhe restavam os amigos. Eles vem de longe, solidarizam-se com ele na sua dor, mas ao tentarem encontrar respostas para o seu sofrimento, assacam contra ele acusações pesadas e levianas. Acusam-no de adúltero, de ladrão, de opressor, de insolente, de hipócrita, de louco. Em vez de consoladores, tornaram-se carrascos.

A família de Jó estava toda arrebentada. Estava destruída. Estava no fundo do poço. Das profundezas da sua angustia, Jó ergueu ao céu dezesseis vezes a pergunta: Por que? Por que estou sofrendo? Por que perdi os meus filhos? Por que minha dor não cessa? Por que o Senhor não me mata? Por que o Senhor não responde as minhas orações? Jó lança para Deus mais de trinta vezes sua queixa amarga. Abre o seu coração, extravasa a sua dor, espreme as suas feridas e chora as suas magoas. Como resposta as suas perguntas perturbadoras, ele só escutou o silencio. Parecia que Deus estava distante e indiferente ao caos que havia se estabelecido em sua família. Na verdade, ninguém fez uma leitura correta dos problemas que haviam desabado sobre aquela família. A mulher de Jó ficou revoltada com Deus e pediu ao seu marido para amaldiçoa-lo. Jó pensou que sua aflição vinha do próprio Deus, por isso capitulou-se aos queixumes. Os amigos de Jó fizeram-lhe causticas e falsas acusações, dizendo que ele estava sofrendo por causa de seus graves pecados.

Aquela família estava num nevoeiro denso. Estava precisando de um avivamento. Então, do meio das trevas da dor, surge a luz da esperança. Do caos brotou a restauração. Do deserto, uma fonte de esperança começou a jorrar. Deus se revelou a Jó. Mostrou-lhe sua soberania e seu controle sobre todas as coisas. Jó compreendeu que os desígnios de Deus não podem ser frustrados (42.2). O sofrimento de Jó, em vez de endurece-lo, levou-o para mais perto de Deus (42.5,G). Deus converteu em benção toda maldição que o diabo lançou sobre Jó. Tudo o que o diabo tomou de Jó, Deus trouxe de volta.

  1. Deus restaurou os bens de Jó (42.10). Ele ficou o dobro mais rico. Seus negócios prosperaram. Seus empreendimentos deram certo. A benção de Deus o enriqueceu.
  2. Deus restaurou a saúde de Jó (42.1G,17). Deus o curou de todas as suas enfermidades. Ele viveu mais cento e quarenta anos e viu sua descendência se prolongar na terra.
  3. Deus restaurou o seu casamento (42.12,13). Aquela mulher amarga e revoltada foi curada por Deus e eles tiveram uma linda história de amor.
  4. Deus restaurou os filhos de Jó (42.13-1G). Deus lhe deu outros dez filhos. Agora, Jó tem dez filhos no céu e dez filhos na terra. O detalhe e que suas filhas agora são as mulheres mais bonitas do oriente.
  5. Também Deus restaurou os amigos de Jó (42.7-9). Deus os fez ver a loucura c a injustiça que haviam cometido contra Jó. Deus converteu o choro em alegria, vale em manancial, o deserto em oásis, o ultimo estado melhor do que o primeiro (42.12). Satanás tentou destruir Jó, mas este saiu da crise mais fortalecido, mais rico e mais perto de Deus.

Hoje Deus pode fazer também um milagre na sua vida c na sua família. Se você esta vivendo em crise, mas confia em Deus, então, deixe de murmurar, ore e esteja certo de que um milagre está a caminho. Deus quer restaurar as finanças do seu lar. Ele quer salvar os seus filhos. Ele pode curar as suas enfermidades. Ele quer abençoar o seu casamento c reconciliar você com aqueles que o fizeram e ainda o fazem sofrer. Hoje e dia de restauração para o seu lar. Agora é o tempo de buscar um avivamento para a sua família!

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FONTE: http://www.amofamilia.com.br/portal/artigos_detalhe.asp?cod=868&sessao=12