PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 04

segunda-feira, 18 de abril de 2011

 

Rev.Lições Pre -adolescente Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Embaraços que prejudicam a vida cristã

Lição 04 - Que preguiça!

Uma consequência importante do crescimento acelerado...

Texto Bíblico: Mateus 25.14,15,19-21,24,26

Energia e Cansaço
Uma consequência importante do crescimento acelerado é a alternância de períodos de energia e cansaço. Às vezes, adolescentes estão explodindo de disposição e não conseguem ficar sentados por dois minutos. Outras vezes, estão tão cansados que não conseguem fazer nada, mesmo após uma noite de dez a doze horas de sono. Não é incomum que essas alternâncias entre energia e cansaço aconteçam dentro de uma ou duas horas.

Assim como os bebês, eles dormem e comem muito, pois tanto crescimento requer bastante energia e pode deixá-los esgotados. Apesar de serem mais velhos, necessitam de mais tempo de sono do que precisavam quando menores. Podem parecer preguiçosos, mas, na verdade, sua resistência está baixa.


Saiba diferenciar preguiça de cansaço.
Nessa faixa etária, gincanas e jogos competitivos são apreciados por eles. Eles são uma excelente mão-de-obra na Casa de Deus.
Professor, sempre respeite o limite deles e, lembre-se que eles alternam: energia/cansaço.

JOHNSON, Lin. Como Ensinar Adolescentes: Descubra a  alegria de trabalhar Com eles. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 03

 

Rev.Lições Pre -adolescente Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Embaraços que prejudicam a vida cristã

Lição 03 - Amigo urso ou amigo irmão?

Roboão perdeu a chance de governar um reino pacífico e...

Texto Bíblico: 1 Reis 12.1-8

“Seguir um mau conselho pode causar um grande desastre.”
Roboão  perdeu a chance de governar um reino pacífico e unido por desprezar os conselhos dos sábios anciãos, que assistiram a seu pai, Salomão, para dar ouvidos aos mais jovens e inexperientes.

É muito importante ouvir atentamente os conselhos daqueles que têm mais experiência do que nós, pois são capazes de enxergar amplamente a situação. A Palavra de Deus nos exorta a não somente ouvirmos o que Deus nos diz, mas também, a obedecermos. Muitos desacertos poderiam ter sido evitados se Roboão tivesse obedecido a Deus, dando ouvido aos conselhos dos homens sábios.


Boa Ideia

Providencie uma cesta com livros. Depois a coloque sobre uma mesa e diga aos alunos para ficarem à vontade e escolherem o livro que eles mais gostarem ou acharem interessante para sua leitura.

Depois que todos estiverem com seus livros chame a atenção deles para fazer-lhe alguns comentários. Diga-lhes que poderão levar o livro emprestado e devolver no próximo domingo. Pergunte se eles gostaram de escolher o livro que melhor lhe agradou? Pergunte como vocês se sentiram? E’ bom escolher ao nosso próprio gosto? Comente que na vida estamos sempre diante de escolhas. Que alimento vamos preferir? Que roupa vamos usar? Para qual lugar queremos ir? E também de quem aceitar os conselhos para a nossa vida.

Não é verdade? A respeito de um rei que não prestou atenção ao conselho dos mais velhos preferindo dar ouvido a conselhos de tolos, é o que vamos ver em nossa lição, inclusive seus resultados (Texto e boa ideia, adaptado da Revista de Juniores,nº3 CPAD).

PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 02

 

Rev.Lições Pre -adolescente Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Embaraços que prejudicam a vida cristã

Lição 02 - Fazendo a diferença

De Alegria não abriu a porta, mas, correndo para dentro, anunciou...

Texto Bíblico: Atos 12.5,11-16

Esperando o Inesperado


“De Alegria não abriu a porta, mas, correndo para dentro, anunciou que Pedro estava à porta” (At 12.14)
Não sabemos nada sobre Rode, exceto sua alegre resposta a um acontecimento inesperado. Ele estava entre um grupo de cristãos que se reuniu para orar pela libertação de Pedro. Herodes já tinha condenado o apóstolo Tiago à morte e prometeu fazer o mesmo com Pedro. Os cristãos sentiram-se desamparados para fazer qualquer coisa, senão orar, o que fizeram persistentemente, mesmo que a esperança do milagre parecesse pequena.

Enquanto isso, Pedro dormia sonoramente numa prisão. Um anjo apareceu em sua cela, libertou-o das cadeias e guiou o sonolento apóstolo para fora. Uma vez livre, Pedro finalmente tornou-se cônscio e correu para a casa onde os cristãos estavam mantendo uma vigília de oração.
Quando bateu no portão exterior, uma criada chamada Rode foi responder.

Ouvindo a voz de Pedro, ela ficou tão emocionada que se esqueceu de abrir a porta, mas ocorreu para dentro a fim de contar a toda mundo.

A distração de Rode revela quantas vezes nós esperamos pela metade que Deus atenda nossas súplicas. De fato, respostas imediatas usualmente nos atordoam. Mas para aqueles que persistem em oração específica, tais respostas não são surpreendentes.

Que descobertas você tem feito sobre a oração? Quando ora, você espera que Deus responda ou ignore seus assuntos? Se você decidir hoje que adoração vai se tornar uma parte regular da sua vida, comece aguardando o inesperado!
Ore sem cessar!

Texto extraído do Livro 365 Lições de Vida de Personagens da Bíblia, p.315. Rio de Janeiro: CPAD

POR QUE PODEMOS TER CERTEZA DA SALVAÇÃO

terça-feira, 12 de abril de 2011

 

 

Por que podemos ter certeza da salvação

REV.HERNANDES DIAS LOPES 

Os estudiosos dizem que a Carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Se Romanos é a cordilheira do Himalaia, então, Romanos 8 é o pico do Everest. Em Romanos 8.29,30 Paulo faz cinco afirmações gloriosas, que são o fundamento da certeza da nossa salvação.

1. Deus nos conhece de antemão (Rm 8.29). Antes de Deus lançar os fundamentos da terra, acender as estrelas no firmamento e chamar à existência as coisas que não existiam, Deus já havia colocado o seu amor em nós, e nos conhecido como seu povo amado. O verbo conhecer tem o mesmo significado de “amar”. O amor de Deus é eterno, imutável e incondicional. Ele nos amou em Cristo, seu Filho amado, desde toda a eternidade.
2. Deus nos predestina para a salvação (Rm 8.30). Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi ele quem nos escolheu. Nós amamos a Deus porque ele nos amou primeiro. Deus nos predestinou não porque previu que iríamos crer em Cristo, cremos em Cristo porque ele nos predestinou. A fé não é causa da eleição divina, é sua consequência. Eu não fui eleito porque cri, eu cri porque fui eleito. Deus não nos predestinou porque previu que iríamos ser santos. Nós fomos eleitos não por causa da santidade, mas para sermos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos elegeu para a salvação porque previu nossas boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. As boas obras não são a causa da predestinação, mas sua consequência. A nossa salvação é obra exclusiva de Deus para que toda a glória pertença a Deus.
3. Deus nos chama com santa vocação (Rm 8.30). Aqueles a quem Deus conhece e predestina, a esses também Deus chama e chama eficazmente. Há dois chamados: um externo e outro interno; um geral e outro específicio; um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Jesus diz que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A voz de Deus é poderosa. Os eleitos de Deus podem até resistir a essa voz temporariamente, mas não finalmente. O mesmo Deus que nos elege na eternidade, tira as vendas dos nossos olhos, o tampão dos nossos ouvidos, retira o nosso coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele mesmo opera em nós o querer e o realizar, abrindo nosso coração, dando-nos o arrependimento para a vida e a fé salvadora.
4. Deus nos justifica conforme sua graça (Rm 8.30). Aos que Deus conhece, predestina e chama, também justifica. A justificação é um ato e não um processo. Acontece fora de nós, no tribunal de Deus, e não em nós. A justificação não tem graus, todos os que creem em Cristo estão justificados de igual modo diante do tribunal de Deus, por causa do sacrifício substitutivo de Cristo. Aqueles que estão justificados estão quites com a justiça de Deus e com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre eles mais nenhuma condenação. Toda a infinita justiça de Cristo é deposita em sua conta.
5. Deus nos glorifica para a bem-aventurança eterna (Rm 8.30). Aqueles que são amados e predestinados na eternidade e salvos no tempo desfrutarão da bem-aventurança eterna. Embora, a glorificação dos salvos seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente de Deus e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Aqueles que crêem em Cristo e estão guardados nele têm a garantia do céu. Nada nem ninguém poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo. O apóstolo Paulo diz que aquele que começou a boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Que Deus seja louvado por tão grande salvação!

NEWS MX - Rev. Hernandes Dias Lopes

Rev. Hernandes Dias Lopes

 

NEWS MX - Rev. Hernandes Dias Lopes

Movimento Pentecostal-Lição 1

sábado, 2 de abril de 2011

 

Rev.Lições Jovens e Adultos Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
Movimento Pentecostal - As doutrinas da nossa fé

Lição 01 - Quem é o Espírito Santo

Prezado professor, neste trimestre estudaremos os...

Texto Bíblico: João 14.16,17; 6.13-15

Introdução
I. A doutrina do Espírito Santo
II. A aseidade do Espírito Santo
III. A personalidade do Espírito Santo
CONCLUSÃO


Prezado professor, neste trimestre estudaremos os fundamentos da fé pentecostal. Este movimento se deu no Dia de Pentecoste, quando o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja (At 2.2). Esta chama chegou ao Brasil através dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. O Espírito Santo e a atualidade dos dons foram as mensagens mais enfáticas. Por isso, neste trimestre, vamos iniciar a nossa lição falando a respeito do Espírito Santo. Quem Ele é, e que trabalho realiza?

O comentarista deste trimestre é o Pastor Elienai Cabral – conferencista e autor de várias obras publicadas pela CPAD, membro do Conselho Administrativo da CPAD, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e também da Casa de Letras Emílio Conde.
Quando estudamos sobre os assuntos doutrinários, temos de estar dispostos em primeiro lugar, a reconhecer nossa limitação e imperfeição para compreender um Deus que é infinito e criador de um infinito universo. Sobre este desafio, escreveu Mark D. Mclean:

Há vários conceitos errôneos a respeito da obra do Espírito Santo. Alguns deles têm-se arraigado à religião popular e às doutrinas populares da Igreja em geral. A religião popular é a maneira de vivermos a nossa vida diária em Cristo. É uma mistura de elementos normativos e não-normativos. Os elementos normativos são as doutrinas bíblicas corretas a respeito daquilo que devemos crer e praticar. Os elementos não-normativos são modos errôneos de entender doutrinas bíblicas, bem como os elementos não-bíblicos que se vêm infiltrando no ambiente cultural onde vive o cristão.

Ninguém compreende plenamente o Deus infinito ou seu infinito Universo, nem conhece ou entende com perfeição cada palavra da Bíblia. Continuamos todos discípulos (literalmente: “aprendizes”). Como criaturas finitas, não devemos ter dificuldades para reconhecer que é rematada loucura alegar que compreendemos totalmente o Deus infinito. Deus ainda está trabalhando na Igreja e em cada indivíduo, para nos transformar segundo a imagem de Cristo. Os cristãos precisam evitar o desânimo e aceitar com alegria o desafio de conhecer e experimentar a Deus mais plenamente todos os dias.

Somos desafiados a labutar o tema do Espírito Santo e a vigência de seus dons nos dias atuais. É um tema profundo, necessário e relevante. Precisamos a cada dia buscar a normatização das Sagradas Escrituras para direcionar as nossas experiências. Necessitamos ser cheios do Espírito Santo, mas também, cheio do conhecimento de sua Palavra.
Gostaria nesta oportunidade, prezado professor, indicar três obras importantes para enriquecer suas aulas:


 

HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo. 4. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
HORTON, Stanley M. et all.
Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
MENZIES, Willian W.; HORTON,
Stanley M. Doutrinas Bíblicas: Os Fundamentos da Nossa Fé. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.


Todas as obras citadas acima são publicadas pela CPAD.
Boa aula!

JUVENIS-LIÇÃO 1

 

Rev.Lições adolescentes Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
A vida de Cristo na harmonia dos evangelhos

Lição 01 - Um Pai amoroso

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor!...

Texto Bíblico: Lucas 1.26-35; 2.1-7

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor! Estamos aqui em mais uma oportunidade para trazer para você mais um auxílio didático para a primeira lição do novo trimestre que se inicia. A lição tem como título: “Um Pai amoroso.” 

O escritor D. A. Carson em seu livro “A difícil doutrina do amor de Deus” traz alguns pensamentos importantes acerca da essência de Deus que é o amor, e que os atos do Filho são todos os atos que o Pai faz. Fique atento ao texto que será lido a seguir e seja grandemente edificado!

“CAPÍTULO 2: Deus é amor”
1 Jo 4.8,16

O apóstolo do amor nos informa que o Pai ama o Filho, um amor manifestado pelo Pai ao mostrar ao Filho tudo o que faz (1 Jo 5.20a). Na verdade, o Pai mostrará ao Filho ‘maiores obras do que estas [o termo ‘estas’ referindo-se, supostamente, às coisas que Jesus havia feito].
Pois assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica ‘aqueles que quer’ (1 Jo 5.20b,21). Matar e fazer viver é uma prerrogativa exclusiva de Deus. No passado, o Senhor ocasionalmente usou agentes humanos na ressurreição de alguém (por exemplo, Elias). Jesus é diferente. Devido ao fato do Pai ter-lhe ‘mostrado’ isto, o Mestre ressuscita os mortos como bem quer, assim como o Pai faz.

(...) O povo de Deus não é mais escravo. Neste ponto da história da redenção, a plenitude da revelação de Deus chegou a nós no Filho que foi perfeitamente obediente, e que assim revelou a Deus perfeitamente. Não somos mais escravos (um marcador da história da redenção), mas amigos. E o que trouxe esta mudança é que na plenitude dos tempos Deus enviou se filho ao mundo, e o Filho obedeceu; que o Pai, amando seu Filho, determinou que todos deveriam honrar o Filho da mesma forma que honravam o Pai. E assim Pai e Filho, em perfeita harmonia de planos e visão, na época determinada pelo Pai, desempenharam os seus papéis: o Pai enviando, comissionando, ‘mostrando’, e o Filho vindo, ensinando e revelando o que  havia sido ‘mostrado’. E, com toda a obediência, indo para a cruz. E, nós, os herdeiros da Nova Aliança, somos imensamente privilegiados em sermos admitidos neste plano estupendo.

Somos os amigos de Deus.”     
Algumas reflexões sintéticas conclusivas
“Primeiro, às vezes tem sido argumentado que o rótulo ‘o Filho’ é corretamente ligado apenas ao Verbo encarnado, e não ao Verbo em sua glória pré-encarnada. Este ponto de vista tem, às vezes, buscado o apoio desta passagem. Parece haver progresso no tempo quando o Pai ‘mostra’ coisas para o ‘Filho’, ou seja, mostrando-lhe a ressurreição além de outros mistérios e isto certamente significa que tudo o que é ‘mostrado’ ao Filho está ligado ao estado encarnacional.

Entretanto: (1) A mesma passagem argumenta que o Filho faz tudo o que o Pai faz. Se este ‘tudo’ for completo, inclui a criação, que liga o seu Filho ao Verbo que é o agente de Deus na criação (João 1.2,3). Se este for o caso, além do Pai ‘mostrar’ ao Filho as coisas na eternidade passada (daí a participação do Filho na criação), o Pai também lhe ‘mostrou’ coisas, passo a passo, em seu estado encarnado. Isto serviu como uma indicação precisa para aquilo que Jesus, nos dias de sua carne, realmente fez, e na determinação do momento em que o faria.

PRÉ-ADOLESCENTES-LIÇÃO 1

 

Rev.Lições Pre -adolescente Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

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Embaraços que prejudicam a vida cristã

Lição 01 - Está difícil vencer?

Professor, o texto Bíblico de 2 Timóteo 4.7: “Combati o bom...

Texto Bíblico: 2 Timóteo  4.7-8; Hebreus 12.2-4

Professor, o texto Bíblico de 2 Timóteo 4.7: “Combati o bom combati, acabei a carreira, guardei a fé.”  Deve ser gravado em nossos corações, mas para que isso aconteça é necessário uma boa explicação. Aproveite a explanação abaixo e explique pacientemente aos seus alunos o que o apóstolo Paulo quis dizer com o texto de 2 Tm 4.7.

“As Palavras do Apostolo Paulo sobre a sua partida comunicaria a Timóteo que ele não poderia contar com a presença ou o incentivo do apóstolo por muito tempo. A liderança compartilhada estava terminando. Timóteo precisava assumir o controle. As três frases de Paulo, no passado perfeito, transmitem finalização. Paulo sabia que este era o fim. Ele tinha convocado Timóteo para ‘militar a boa milícia’ (1Tm 6.12); o seu próprio combate estava terminado. O combate tinha valido a pena, e ele tinha lutado bem.

A carreira de Paulo estava acabada, ou pelo menos o final estava claramente próximo. É importante observar que Paulo não reivindicou ter vencido a corrida; ele estava satisfeito em tê-la terminado. Os corredores de maratona conhecem a alegria de terminar os torturantes quilômetros deste tipo de corrida – eles ficam satisfeitos simplesmente por cruzar a linha de chegada. A conclusão é uma realização significativa, que revela incrível resistência e determinação.


A expressão ‘guardei a fé’ significa que Paulo guardou e preservou a mensagem do evangelho. Paulo tinha convocado Timóteo para guardar o depósito que lhe havia confiado (1Tm 6.20). Paulo tinha permanecido fiel à mensagem que lhe tinha sido confiada; ela também tinha sido confiada a Timóteo. Paulo nunca tinha vacilado na sua fé e tinha confiança de que em breve viveria todas as promessas nas quais tinha baseado a sua vida e o seu ministério.
Paulo via a sua vida como sendo oferecida, derramada diante de Deus. Ele sabia que a sua partida estava próxima. O compromisso de Paulo era total; assim, sacrificar a sua vida para edificar a fé de outros parecia para ele, uma recompensa jubilosa“’(
Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal, v.2, p.541. Rio de Janeiro:CPAD).